terça-feira, 12 de setembro de 2023

Portugal gasta menos 1700 euros por aluno do que a média da OCDE

 

No primeiro ano de pandemia, despesa total por estudante caiu 2,7%. Diferença é maior ao nível do ensino superior. 

Portugal continua a investir menos em Educação do que a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). E, no primeiro ano de pandemia, o total da despesa, em contraciclo, caiu quase 3%. De acordo com o mais recente estudo “Education at a Glance 2023”, nesta terça-feira divulgado, a despesa por aluno em Portugal, analisando todos os níveis de ensino, fixou-se, em 2020, nos 10.105 euros (10.816 dólares, em Paridade do Poder de Compra do PIB), menos 14% do que a média da OCDE, o que corresponde a menos 1710 euros. Acesso pago

 

Afinal, o que aconteceu aos combustíveis esta semana? Veja aqui os preços

 

Gasóleo ficou mais caro, mas gasolina ficou mais barata no início desta semana. 

Esta semana arrancou com um comportamento misto dos preços dos combustíveis, com o preço da gasolina a baixar e o do gasóleo a aumentar. 

Entre domingo e segunda-feira, o gasóleo simples aumentou de 1,715€/litro para 1,752€/litro, segundo dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). Significa isto que ficou 3,7 cêntimos mais caro

Já a gasolina simples 95 baixou de 1,865 €/litro para 1,859 €/litro, o que significa uma descida de meio cêntimo.

As previsões apontam para um acréscimo de quatro cêntimos no preço do gasóleo e para uma descida de um cêntimo no caso da gasolina, conforme noticiou o Notícias ao Minuto na sexta-feira. 

O preço médio semanal, calculado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), desceu esta semana 0,8% para a gasolina e aumentou 2,6% para o gasóleo, segundo um relatório hoje divulgado. Ler mais

 

Escolas abrem pressionadas com aumento de alunos estrangeiros

 

As aulas arrancam entre esta terça e sexta-feira, com o maior número de alunos desde 2021 – pelo menos mais 21 mil alunos –, especialmente devido aos estrangeiros. Um desafio que leva diretores e professores a pedirem recursos e a revisão do modelo de Português Língua Não Materna (PLNM).

 Num ano que volta a começar com greves, aposentações recorde e mais de 900 horários por preencher após a segunda reserva de recrutamento, a Fenprof estima em mais de 100 mil os alunos que iniciam as aulas sem todos os professores. “Há uma pressão brutal sobre as escolas”, frisa Manuel Pereira, presidente da associação nacional de dirigentes escolares (ANDE). Acesso pago


123... e lá se foram as milhas...


 

Apenas 57% dos jovens acreditam que a democracia é preferível a qualquer forma de governo

 
O estudo adianta que 42% dos jovens apoiam o regime militar, em comparação com 20% dos inquiridos mais velhos (com mais de 56 anos).

A democracia continua a ser o modelo de governação mais popular no mundo, mas apenas 57% dos jovens (entre os 18 e os 36 anos) acreditam que a democracia é preferível a qualquer forma de governo, em comparação com 71% dos inquiridos mais velhos, indica um dos maiores estudos de sempre sobre a opinião pública mundial em matéria de direitos humanos e democracia em 30 países, publicado pela Open Society Foundations.

O estudo adianta que 42% dos jovens apoiam o regime militar, em comparação com 20% dos inquiridos mais velhos (com mais de 56 anos). E mais de um terço (35%) dos inquiridos na faixa etária dos 18 aos 35 anos se mostrou favorável a um líder forte que descarte o parlamento e as eleições. Ler mais

A comunicação do Prof. Brito Filomeno, vice-presidente da Comissão de Elaboração do Código de Defesa do Consumidor do Brasil, ontem, para o Grupo de Pesquisa de Direito do Consumidor, capitaneado pelo Prof. Rogério da Silva, da Faculdade de Direito da Universidade de Passo Fundo,


 Ao Prof. Mário Frota foi dado o ensejo de abrir os trabalhos evocando os tempos áureos do debate em torno dos temas que viriam a servir de estrutura ao Código principiológico promulgado a 11 de Setembro de 1990

Inflação. Redução no preço do cabaz alimentar superior a 10%

 

A redução do preço do cabaz de alimentos, abrangido pela medida de isenção de IVA, atingiu 10,14% até 04 de setembro, anunciou hoje o Ministério da Economia.

A Comissão de Acompanhamento do Pacto para a Estabilização e Redução do Preço dos Bens Alimentares esteve hoje reunida, no Ministério da Economia e do Mar.

"Desde o início da vigência da medida (18 de abril) até ao passado dia 04 de setembro, a redução dos preços dos bens alimentares atingiu o valor de 10,14%, evidenciando esse resultado uma diminuição sustentada e progressiva dos preços dos bens alimentares abrangidos pelo referido cabaz ao longo deste período", apontou, em comunicado, o ministério tutelado por António Costa Silva.

O pacto estabelecido entre o Governo, a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) prevê, entre outros pontos, a aplicação de uma taxa de IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado) zero a 46 produtos, onde se inclui carne de vaca, queijo ou azeite. Ler mais

“Aumentam a procura”. FMI recomenda fim de apoios a jovens na compra de casa

  Os apoios aos jovens para a compra da primeira casa acabaram por aumentar a procura e agravar desequilíbrios no mercado, pelo que deviam...