Os apoios aos jovens para a compra da primeira casa acabaram por aumentar a procura e agravar desequilíbrios no mercado, pelo que deviam ser retirados, defende o Fundo Monetário Internacional.
Num relatório divulgado esta quarta-feira, ao abrigo do Artigo IV sobre Portugal, o Fundo Monetário Internacional considera que para reduzir os desequilíbrios do mercado imobiliário e os riscos associados ao setor financeiro devem ser aplicadas medidas do lado da oferta.
As medidas do Governo para apoiar jovens compradores, incluindo garantias públicas e isenções fiscais, “visam melhorar a acessibilidade, mas aumentaram a procura e agravaram os desequilíbrios do mercado”, disse o FMI, pelo que “devem ser revertidos”. Ler mais

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