quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Resíduos plásticos deverão quase triplicar até 2060, estima OCDE

 


A falta de "políticas ousadas" resultará em que o consumo global de plásticos aumente de 460 milhões de toneladas, em 2019, para 1.231 milhões, em 2060, estima OCDE.

A quantidade de resíduos plásticos produzidos globalmente deverá quase triplicar até 2060, com cerca de metade a terminar em aterros e menos de um quinto a ser reciclado.

Os dados foram divulgados esta sexta-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), através da publicação do Global Plastics Outlook: Policy Scenarios to 2060. No estudo, lê-se que a produção global de plásticos “cresceu implacavelmente nas últimas décadas”, explicando que a isso deve-se ao papel que desempenham no nosso dia a dia: na preservação de alimentos, nas construções ou na produção tecnológica e eletrónica. Ler mais

Conheça as diferenças entre ATM e Multibanco e evite comissões desnecessárias

 

Para muitos, a utilização de caixas automáticas é uma tarefa rotineira e descomplicada. No entanto, nem todos estão conscientes das nuances entre caixas ATM e Multibanco, o que pode resultar em custos adicionais desnecessários.

Existem distinções, tais como a entidade responsável pela gestão das caixas automáticas, o público-alvo e o tipo de operações que se pretende realizar, e com a ajuda da informação disponibilizada pela Cofidis, iremos ajudar a esclarecer e ajudar a evitar comissões indesejadas.

Quais são então as principais divergências entre ATM e Multibanco?

As caixas ATM destinam-se sobretudo a turistas e, por esse motivo, encontram-se maioritariamente em centros comerciais, aeroportos e nas maiores cidades do país.

São utilizadas principalmente para levantamentos de dinheiro, mas também permitem efetuar transferências, pré-pagamentos e consultas de saldo.  Ler mais

O impacto da produção e dos resíduos têxteis no ambiente (infografia)


A moda rápida aumentou exponencialmente a quantidade de peças de roupa produzidas e descartadas. Sabe mais sobre os impactos ambientais e as soluções apresentadas pela UE.

A moda rápida é a oferta constante de novos estilos a preços muito baixos

Para fazer face ao impacto ambiental, a União Europeia (UE) pretende reduzir os resíduos têxteis, aumentar o seu ciclo de vida e promover a sua reciclagem. Estes objetivos fazem parte do plano para alcançar uma economia circular até 2050. Ler mais

R$ 100 para cortarem seu bolo? Os abusos dos restaurantes chocam clientes

 Em uma tradicional taberna na Calle del Acuerdo, em Madri, peço por uma mesa para dois e o garçom logo pergunta: "É para jantar? Se for, pode me acompanhar".

Um grupo de quatro pessoas que queria apenas tomar um coquetel enquanto conversava não teve a mesma sorte: os dois casais se viram obrigados a verter seus vermutes em pé, na calçada.

Nenhuma placa ou aviso no cardápio antecipava a "política da casa": os itens estavam dispostos na mesma ordem de importância — drinques e comidas. Acordo, mesmo, só no nome da rua. Ler mais

Senado Federal

 


Senado Federal

Gabinete do Senador Jorge Kajuru

Projeto de Lei , de 2023, Altera a Lei n.º 8.078, de 11 de setembro de 1090 ( Código de Defesa do Consumidor), para estabelecer normas de proteção ao consumidor de serviços de turismo. Ler mais

Dísticos no para-brisas: quais ainda são obrigatórios no vidro do carro?

 

Depois do Imposto Único de Circulação e do dístico que comprova a inspeção periódica, também deixou de ser obrigatória a aposição do selo do seguro no para-brisas do automóvel, sendo suficiente ter consigo ou na viatura os respetivos documentos comprovativos.

Mas atenção que há casos em que os selos ainda são obrigatórios no vidro do carro.

Dístico identificativo para veículos elétricos 

Um dístico (selo) identificativo azul colocado no canto inferior direito do para-brisas é necessário para que os condutores de veículos elétricos possam circular e estacionar em zonas destinadas a veículos elétricos.

Este dístico permite, por exemplo, que o veículo possa parar nas zonas de carregamento de veículos elétricos, beneficiar de taxas reduzidas ou isenção de pagamento de estacionamento em vários municípios de Portugal. Ler mais

 

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Entendendo o PL que tutela o tempo do consumidor e previne seu desvio produtivo


 

 
Em agosto de 2022, fui procurado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) para colaborar na elaboração de um projeto de lei para tutelar o tempo do consumidor e prevenir o seu desvio produtivo, fundamentado na Teoria do Desvio Produtivo. Propus-lhe, então, que eu reunisse e coordenasse um grupo de juristas especialistas no assunto para desenvolver uma minuta de projeto de lei especial que apresentasse solução para os principais problemas relacionados com a matéria, o que foi aceito.

Portanto da iniciativa do senador Contarato, com a contribuição dos professores Fernando Antônio de Lima, Laís Bergstein, Maria Aparecida Dutra, Maurilio Casas Maia, Miguel Barreto e Vitor Guglinski, sob minha coordenação, nasceu o Projeto de Lei (PL) 2.856 de 2022 do Senado.

Elaboramos a minuta do PL a partir de um cenário que eu havia detalhado na Teoria ampliada do Desvio Produtivo: no Brasil, os danos extrapatrimoniais são tradicionalmente chamados de "danos morais". Além disso, em parte da doutrina e da jurisprudência ainda persiste um entendimento já ultrapassado de que o dano moral restringe-se à dor, ao sofrimento, ao abalo psicológico. Ocorre que, na atualidade, o dano moral em sentido amplo, enquanto gênero que corresponde ao dano extrapatrimonial, conceitua-se como o prejuízo não econômico que decorre da lesão a bem extrapatrimonial juridicamente tutelado, no qual entendo que se insere o "tempo do consumidor".

Todavia a prática judicial revela uma dificuldade no reconhecimento de novas categorias de danos extrapatrimoniais para além da esfera anímica da pessoa, o que tem inclusive contribuído para a manutenção de uma jurisprudência anacrônica que ficou conhecida no país como a do "mero aborrecimento". Ler mais

Barragens portuguesas em “risco” mas “preparadas”, diz ex-bastonário dos Engenheiros. Que zonas correm maior risco de cheias?

  As descargas em Espanha, conjugadas com as bacias nacionais, podem fazer o caudal dos rios transbordar e alagar zonas ribeirinhas. Saben...