segunda-feira, 22 de maio de 2023

‘Phishing’ é a fraude com cartões mais comum em Portugal

 

O ‘phishing’ é a fraude com cartões mais comum em Portugal, segundo o Banco de Portugal, cujo último Relatório dos Sistemas de Pagamento indica que as fraudes nos pagamentos eletrónicos em Portugal se mantiveram em níveis “muito reduzidos” em 2022.

O ‘phishing’ é o nome dado ao esquema fraudulento em que o infrator faz passar-se por uma instituição legítima para levar as pessoas a partilharem dados sensíveis (palavras-passe, números de cartões de crédito ou outros dados) para se apropriar de dinheiro.

No último Relatório dos Sistemas de Pagamento, divulgado em abril, o Banco de Portugal refere que a maior parte das fraudes nos instrumentos de pagamento são com cartões e, nesse caso, a fraude mais comum acontece quando o infrator faz uma ordem de pagamento após ter obtidos as credenciais de segurança do utilizador, o que é normal acontecer por mecanismos de engenharia social, como é o caso do ‘phishing’.

“Este tipo de fraude aumentou em 2022, tendo sido responsável pela quase totalidade das operações fraudulentas”, refere o regulador e supervisor bancário. Ler mais

IAB | A regulação da Inteligência Artificial no Brasil e na Europa


 IAB | A regulação da Inteligência Artificial no Brasil e na Europa. Ver mais

Opinião: Inteligência artificial e ignorância natural


 O fascínio pelas máquinas é antigo. Do homem-máquina de Descartes aos Mensch-Maschinen dos Kraftwerk vai um pulo de breves séculos. Há muito que não queremos ser o reflexo carnal de um padrão divino. Ao arquétipo transcendental preferimos o mimetismo da vida mecânica.

Sacrificamos o homem sagrado ao homem roldana. Aos nervos, tendões, veias, linfa e neurónios, preferimos as correias, os parafusos, os veios, as transmissões elétricas, a CPU.

Stanley Kubrick, antes de todos, em 2001: A Space Odyssey, inventou o vingativo e caprichoso computador sentimental, esse inesquecível HAL, nemesis de astronautas em busca de um regresso a um primevo calor maternal.

As humildes calculadoras de há décadas fazem figura de parentela pobre ao lado das super máquinas digitais do pobre tempo presente.

Se a vida no que realmente importa fosse uma competição de rapidez de cálculo, melhor, se a vida fosse cálculo puro, capacidade de correlação lógica e outras vanidades do género, então deveríamos abandonar o reino do homem ao prodigioso universo numérico.

Acontece que viver não é calcular. Acontece que pensar não é estabelecer correlações lógicas. Acontece que existir no mundo da vida não é respirar algoritmos.

A deificação iluminista do admirável novo mundo digital traduz uma profundíssima ignorância da natureza humana.

As máquinas podem simular o amor. Mas são incapazes de amar. As máquinas não se apaixonam, não sofrem, não odeiam, ignoram a traição e a compaixão.

As máquinas desconhecem a intensa comunicação relacional do mundo vegetal. E estão a anos luz da quietude orgânica do vivente mundo mineral.

Não deixa de ser motivo de espanto, em todo o caso, a infinita ignorância dos sacerdotes do digital. Desconhecem que o inconsciente freudiano é estranho a cérebros mecânicos. Fazem tábua rasa do estado da arte da biologia e das neurociências contemporâneas. Ignoram, por altivez numérica ou por estupidez natural, que o cérebro humano, ou o de um asno, ou o de uma formiga, ou o de uma centopeia, é infinitamente mais complexo que o de qualquer maquinaria computacional.

Porque as máquinas, ainda que quânticas – celeste adjetivo – não fazem a menor das ideias do que seja ter olhos para ver, nariz para cheirar, pele para tocar, ouvidos para escutar, coração para amar.

As máquinas não sabem nada do viver humano. Das experiências, das raízes comovidas, das falhas, das exaltações, dos fracassos. Da dor. Da perda. Do abandono. Do breve encontro. Do longo adeus. Da vontade de terra. Da vontade de céu. Da vontade de nada. Da vontade de tudo.

As máquinas são menos que insetos. As máquinas são menos que calhaus. As máquinas são menos que cardos.
Só as slots machines e as jukeboxes têm direito a partilhar os mundos das nossas vidas. Porque nós fazem felizes.

IA vai criar mais empregos? Trabalhadores não estão otimistas

 Inquérito levado a cabo no Reino Unido não é animador.

Um estudo levado a cabo pela YouGov sobre os efeitos da Inteligência Artificial (IA) no mercado de trabalho indica que os britânicos não estão animados com a eventual entrada desta tecnologia no mercado de trabalho.

O estudo em questão parte de um inquérito feito a 1.169 pessoas, onde 62% indicou acreditar que a IA vai eliminar mais postos de trabalho do que aqueles que vai criar. 8% dos participantes diz que serão criados mais empregos do que aqueles que serão perdidos e 14% indicou que serão criados tantos empregos quanto os que serão perdidos.

Entretanto, conta o site The Independent que 22% das pessoas inquiridas admitiu estar preocupado com o impacto da IA nas suas carreiras.

Este estudo surge numa altura em que cada vez mais governos iniciam os processos para criar regulamentações para controlar o desenvolvimento de IA na esperança de mitigar o impacto negativo no tecido laboral.

 

Apple parece estar a criar um rival do ChatGPT

 

A empresa decidiu banir a utilização da ferramenta de IA pelos trabalhadores.

A Apple terá enviado um e-mail interno aos trabalhadores onde anuncia que decidiu banir a utilização de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) como o ChatGPT. No entanto, parece que a tecnológica de Cupertino tem grandes planos para apostar nesta área.

De acordo com o The Wall Street Journal a Apple está neste momento a desenvolver um modelo de linguagem de IA semelhante ao ChatGPT e ao Bard da Google. A informação foi adiantada por fontes próximas do tempo, que indicaram que o projeto está a cargo do ex-responsável de IA da Google, John Giannandrea, que se juntou à Apple em 2018.

Serve recordar que a IA é uma área cada vez mais em expansão e que tem sido alvo de um investimento crescente das gigantes tecnológicas, pelo que esta aposta da Apple não surge propriamente como uma surpresa.

 

Obesidade atingirá 39% dos portugueses adultos em 2035

 Cerca de 39% dos portugueses adultos serão obesos em 2035, estima um relatório internacional que coloca, porém, Portugal como o oitavo país, entre 183, mais bem preparado para combater esta doença crónica.

Os dados constam do relatório de 2023 da Federação Mundial de Obesidade (WOF, na sigla em inglês), parceira da Organização Mundial da Saúde, e que prevê uma tendência "muito elevada" da prevalência da doença nos próximos anos.

O Atlas da Obesidade Mundial projeta, assim, um aumento da obesidade de 2,8% ao ano entre 2020 e 2035 para a população adulta, uma percentagem que sobe para os 3,5% no caso das crianças portuguesas.

De acordo com a WOF, a despesa da saúde com esta doença (obesidade e excesso de peso) será equivalente a 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2030 e de 2,2% em 2035, um impacto considerado pela organização como "muito elevado" Ler mais

 

O PAGAMENTO DO ‘COUVERT’ SÓ SE À DECO LHE APROUVER

 

Direitos do Consumidor,

Direitos do QUOTIDIANO!

É PRECISO SABER

PARA SE PROTEGER

 

Consumidor nesta terra

É fardo  que não se aceita

Antes mobilizado p’rá guerra

Que aturar esta ‘seita’…

 

Não há pena mais cruel

Nem destino mais atroz

Que uma instituição infiel

Que nos ‘abafa’ a voz

 

Reparem, pois, na blasfémia

Que é ter as leis a favor

E com uns graus de alcoolémia

Se ‘turva’ o consumidor

 

Quem cala já não consente

Diz a lei com tal fragor

Que só disso é que dissente

Quem ‘trama’ o consumidor…

 

Não há embuste maior

Nem patranha mais abjecta

Que enredar o consumidor

Numa fraude  tão completa

 

E nisso de há muito investe

Esta ‘sonsa’ empresa belga,

Que como Deco-Proteste

Tem os ‘trejeitos’ de melga…

 

Como empresa, visa o lucro

Menospreza o  consumidor

E neste lúgubre sepulcro

Vai-lhe potenciando a dor…

 

Eis no que ora  investe

De forma mal-afamada

A estrangeirada Proteste

Que ao Direito diz: NADA!

 

E o que diz, ademais,

Se na real gana lhe der

Co’ umas vírgulas a mais?

A respeito do couvert?

 

“Quem cala consente

Quem trinca consente mais

E não poderá reclamar

Quando detectar na conta

As entradas que não pediu”

 

E o que dizemos nós?

A couvert não solicitado

Até que nos não doa a voz

Pagamento recusado…

 

Se o couvert for aviado,

Sem o ser solicitado,

Ainda que ‘abocanhado,’

O pagamento é rechaçado…

 

É de lei, está lá chapado

Não o deturpe a Proteste

Que consumidor enganado

É nisso que ela investe!

 

Agrada ao fornecedor

No que colherá vantagens

Esmaga, assim,  o consumidor

Como na saga das  “viagens”…

 

Que farsa, que  alegoria

E que estranho reboliço

Foi em plena pandemia

Está por isso já  esquecido…

Próximos dias vão ser mesmo muito difíceis. Não deve ignorar este aviso

  Risco de incêndio rural será muito elevado nos próximos dias e toda a ajuda pode fazer a diferença para evitar males maiores. A GNR conta ...