Também o suplemento de 50 euros por dependente até 24 anos,
independentemente do rendimento dos agregados familiares, está livre do
imposto.
O subsídio de 125 euros, que será pago em outubro a todos os não
pensionistas com rendimentos brutos mensais até 2700 euros, a 14 meses,
"está isento de IRS", revelou o Ministro das Finanças, Fernando Medina. O
Governo estima que esta medida, que vai abranger "5,8 milhões de
adultos", terá um "custo global de 730 milhões de euros", acrescentou o
governante.
O apoio de 50 euros por filho até 24 anos, independentemente do
rendimento do agregado, também está livre do imposto, acrescenta o
governante. Este complemento, que, de igual modo, será transferido uma
única vez, em outubro, vai "abranger 2,2 milhões de dependentes" e
implicará uma despesa de "110 milhões de euros", esclareceu Fernando
Medina.
O cheque de 125 euros é, para o Ministro da Finanças, "a
medida mais importante do programa do governo, porque implica a
devolução de rendimento a todos os que têm um rendimento bruto anual
inferior a 37 800 euros" ou 2700 euros mensais, a 14 meses. O apoio é
"atribuído por titular não por agregado familiar", sublinhou o
governante.
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