De acordo com o ministro das Finanças, "o
único limite que é colocado é o do rendimento bruto não exceder os
37.800 euros por ano, que corresponde a 2.700 euros por mês durante 14
meses".
O ministro das Finanças,
Fernando Medina, explicou, esta terça-feira, que os trabalhadores
independentes e os desempregados também vão receber o 'cheque' de 125
euros, adiantando que o "único limite" desta medida é que os rendimentos
do trabalhador não excedam os 2.700 euros por mês. O ministro das
Finanças explicou ainda que os apoios às famílias estão isentos da
tributação de IRS.
"Gostava que ficasse muito clara a medida de apoio que estamos a fazer aos titulares de rendimentos: é
uma medida de grande abrangência, porque abrange todo o tipo de
rendimentos e abrange os titulares que acumulam diferentes tipos de
rendimentos", disse o ministro das Finanças, em conferência de imprensa.
É, por isso, uma medida que se "dirige aos trabalhadores por conta
de outrem, aos trabalhadores independentes, aos independentes que tenham
vários clientes a quem prestam a sua atividade, abrange quem possa
acumular rendimento de trabalho com rendimento predial, por exemplo".
De acordo com o ministro das Finanças, "o
único limite que é colocado é o do rendimento bruto não exceder os
37.800 euros por ano, que corresponde a 2.700 euros por mês durante 14
meses".
Apoios às famílias estão isentos de tributação de IRS
O ministro das Finanças explicou ainda que "os apoios às famílias estão isentos da tributação de IRS, são líquidos".
Fernando Medina recuperou o exemplo de um casal com dois filhos que
receberá os 350 euros líquidos, tal como o ministro das Finanças já
tinha referido