quarta-feira, 18 de maio de 2022

Comment le PSG chouchoute ses jeunes supporteurs… et futurs consommateurs

 
RÉCIT - Le club de la capitale multiplie les actions auprès des enfants pour les attirer au Parc des Princes et les fidéliser.

«Nous sommes les Parisiens/Et nous chantons en chœur/Nous sommes les Parisiens/Fidèles à nos couleurs». Rythmées par le tambour et le mégaphone des animateurs installés dos à la pelouse, des centaines de voix haut perchées résonnent dans le Parc des Princes. Dans une atmosphère plus calme que de coutume en raison de la fermeture de la tribune Auteuil où se massent habituellement les bruyants Ultras (sanctionnés par la LFP pour «usage d’engins pyrotechniques»), les enfants-supporteurs égayent, ce soir-là, un Paris-Monaco un peu terne. Sur la pelouse, leur chouchou Kylian fait du Mbappé et déclenche par deux fois les cris (2-0). Avant le coup d’envoi, l’avant-match a été festif autour des baby-foots, des ateliers maquillage et du studio photo ambulant installés dans des coursives transformées en salle de jeu géante. (...)

Food supplements: Policymakers ask for more consumer information, fewer grey areas

The use of food supplements is on the rise in Europe and this has prompted calls from stakeholders and lawmakers to revise the 20-year-old legislation currently in place and make sure it is applied uniformly across the bloc.

The food supplement market has been steadily growing for a long time and the directive regulating the matter needs a revision, said Kerli Ats, an Estonian member of the European Economic and Social Committee (EESC).

“[The directive] is not applied uniformly across the EU. If the EU internal market is to function properly, it is essential for the legislation to be applied in a uniform way to enable safe products to circulate freely and unsafe products to be withdrawn from the market,” Ats told a recent EURACTIV event. Ler mais

La communauté de l’obésité cherche à faire entendre sa voix

 

L’obésité est une maladie multifactorielle complexe qui touche près de 60 % des adultes et un enfant sur trois en Europe. La communauté de l’obésité doit se faire entendre davantage et permettre de changer le discours néfaste selon lequel il faut « manger moins et bouger plus », a déclaré Jacqueline Bowman-Busato à EURACTIV lors d’un entretien.

Jacqueline Bowman-Busato est la responsable de la politique européenne à l’EASO, l’Association européenne pour l’étude de l’obésité, et la co-responsable du secrétariat scientifique du groupe d’intérêt des eurodéputés sur l’obésité.

Pas un seul pays de l’UE n’est en passe d’atteindre l’objectif de réduction des taux d’obésité d’ici 2025. Quel est, selon vous, l’un des principaux défis ou problèmes  ? Ler mais

O DIA MUNDIAL DA RECICLAGEM

Se aprendemos alguma coisa nestes últimos anos, é que, quando se trata do modelo de economia circular, não existe plano B ou planeta B e eventos recentes como a pandemia do COVID-19, a crise energética, a escassez de matérias-primas básicas materiais nos mercados globais, ou a invasão russa da Ucrânia são um alerta para acelerarmos a transição para este novo modelo, porque é hora de assumir que a reciclagem não é mais uma opção, mas uma obrigação para garantir nosso bem-estar e o de gerações futuras.
 

 

«Viver para reciclar, reciclar para viver» é o melhor slogan para se homenagear as empresas de reciclagem e convocar os cidadãos a aumentar seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.

 Mais um apelo à acção dos cidadãos para apostarem em comportamentos mais responsáveis, em que a geração de resíduos é levada em consideração, pois não se deve esquecer que o melhor resíduo é aquele que não é gerado.

 

Por um planeta rejuvenescido e uma humanidade reconhecida!

 

Novos radares em Lisboa entram em funcionamento a partir de 1 de junho

Iniciativa representa investimento de 2,142 milhões de euros e tem como objetivo "aumentar a segurança rodoviária e diminuir os acidentes na cidade de Lisboa".

“A partir do próximo dia 1 de junho, a autarquia irá ativar os 21 radares recentemente substituídos por novos equipamentos com tecnologia mais avançada“, indicou o município, referindo que a entrada em funcionamento dos outros 20 radares em novas localizações ocorrerá a partir dessa mesma data, mas “de forma gradual”.

O anúncio da entrada em funcionamento dos 41 novos radares estava previsto acontecer até ao final de março, em conferência de imprensa, mas a informação acabou por ser divulgada agora num comunicado da Câmara Municipal de Lisboa.

O município, sob a presidência de Carlos Moedas (PSD), que governa sem maioria absoluta, refere que o objetivo dos novos radares é “aumentar a segurança rodoviária e diminuir os acidentes na cidade de Lisboa”, pretendo a Câmara Municipal “apostar no reforço de medidas de acalmia de tráfego, quer a nível de alterações na infraestrutura viária, quer a nível de reforço dos sistemas de segurança rodoviária”.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Assumida pelo anterior executivo camarário, sob a presidência de Fernando Medina (PS), a implementação dos novos radares como medida de segurança rodoviária representou um investimento total de total de 2,142 milhões de euros.

A instalação dos novos equipamentos de controlo de velocidade estava prevista ficar concluída até ao final de 2021, pelo desde o início deste ano se aguardavam novidades sobre a entrada em funcionamento, com o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, a justificar a demora com a procura de uma nova forma de sinalização dos radares.

No comunicado agora divulgado, a Câmara de Lisboa revela que, além da sinalização de trânsito que decorre do Regulamento de Sinalização de Trânsito (sinal H43), foram instalados “painéis informativos” em todas as localizações dos novos radares, “de forma a sensibilizar os cidadãos para a necessidade de serem praticadas velocidades mais reduzidas, promovendo uma Lisboa + Segura”.

Os 21 radares que substituem equipamentos antigos encontram-se localizados na Avenida da Índia, Avenida de Brasília, Avenida Infante D. Henrique (dois sentidos), Avenida de Ceuta (dois sentidos), Avenida General Correia Barreto (dois sentidos), Avenida Marechal António Spínola (dois sentidos), Avenida Marechal Gomes da Costa, Avenida Almirante Gago Coutinho, Avenida Eusébio da Silva Ferreira, Avenida da República, Campo Grande, Avenida Cidade do Porto, Avenida João XXI, Avenida Afonso Costa, Túnel Marquês de Pombal, Avenida Marechal Craveiro Lopes e Avenida das Descobertas .

Relativamente aos 20 equipamentos em novas localizações, os mesmos foram decididos com base na monitorização da sinistralidade da cidade de Lisboa, efetuada pela autarquia em articulação com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), considerando “três critérios: controlar as entradas e saídas da cidade, complementar posições de radares existentes e mitigar fatores de risco, principalmente vias com inclinação elevada e com três vias de trânsito no mesmo sentido”.

As localizações dos novos 20 radares são: Avenida Santos e Castro (dois sentidos), Avenida Lusíada (dois sentidos), Avenida Eusébio da Silva Ferreira, Avenida Padre Cruz (dois sentidos), Avenida Marechal Gomes da Costa, Avenida de Brasília, Avenida Infante D. Henrique (dois sentidos), Avenida Dr. Alfredo Bensaúde (dois sentidos), Avenida Almirante Gago Coutinho, Avenida de Ceuta, Avenida Calouste Gulbenkian, Avenida Marechal Craveiro Lopes (dois sentidos) e Avenida dos Combatentes (dois sentidos).

Lisboa. Redução de velocidade custa mais de 200 milhões, revela estudo

 

Ao que indica a BA&N Research Unit, a "redução da velocidade máxima na capital terá um impacto económico relevante, dado que prolongará os tempos de viagem dentro da cidade". 

A redução de velocidade em 10 quilómetros por hora (km/h) em Lisboa terá um "impacto económico relevante", que pode ascender aos 200 milhões de euros, uma vez que vai prolongar os tempos de viagem na cidade, estima a BA&N Research Unit. 

"Tendo em conta que na cidade de Lisboa circulam cerca de 500 mil veículos diariamente, de acordo com dados da Câmara Municipal de Lisboa, e que as distâncias percorridas por cada veículo no concelho superam os 15 quilómetros diários, (...) o custo económico estimado destas medidas supera os 200 milhões de euros", pode ler-se num comunicado emitido pela BA&N Research Unit. Ler mais

Apple pode ter solução para poupar bateria em telemóveis dobráveis

 

Apesar disto, a empresa ainda não anunciou oficialmente estar a trabalhar num dispositivo deste tipo.

A Apple ainda não tem nenhum telemóvel ou equipamento de ecrã dobrável do mercado, uma ausência que não significa que a empresa não esteja a desenvolver tecnologias e a estudar soluções para o seu primeiro dispositivo nesta categoria.

Conta o analista Ming-Chi Kuo, um dos mais respeitados no que diz respeito à Apple, que a empresa está a analisar a possibilidade de usar ecrãs e-ink como ecrãs exteriores do seu futuro iPhone dobrável. Tal como acontece com o Galaxy Z Flip 3 da Samsung, este ecrã exterior seria usado para apresentar notificações ao utilizador, prevenindo que o telemóvel seja aberto sem qualquer motivo. Ler mais

 

Próximos dias vão ser mesmo muito difíceis. Não deve ignorar este aviso

  Risco de incêndio rural será muito elevado nos próximos dias e toda a ajuda pode fazer a diferença para evitar males maiores. A GNR conta ...