terça-feira, 26 de abril de 2022

Economia da Partilha


Surge um novo fenómeno, hoje em dia, que impulsiona as transformações em sociedade, a denominada “economia da partilha” ou “consumo colaborativo”.

 Quer saber mais sobre um tal movimento?

 

O que é a Economia da Partilha?

O mundo está em constante mutação. O conceito de “economia de partilha” é algo de nuclear na perspectiva da BlaBlaCar. Mas o que está por tás de um tal conceito e como é que afecta a sociedade em que vivemos?

Esta ideia vem sendo discutida desde os finais  da década de 90 do século passado por economistas e empresários.

Começou, no entanto,  a ganhar forma apenas na era digital e das comunidades virtuais que dela resultaram.

Bryan Walsh, editor sénior da revista TIME, afirmou em 2011 que a economia da partilha está entre as dez ideias que irão mudar o mundo.

Mas porque é que tal acontece?

 

Os alicerces  da Economia da Partilha

A crise económica, aliada à revolução virtual, criou o ambiente ideal para desenvolver um tal conceito.

Tal circunstância determinou que 67% dos consumidores começassem a partilhar bens e serviços. Além disso, a paisagem tecnológica, criada pelo aumento do acesso à Internet, aparelhos  acessíveis e, em particular, o substancial aumento das comunidades online, acentuou ainda mais a necessidade e a tendência.

 

A conferir: Nos EUA, há 250 milhões de veículos não utilizados em 92% do tempo. Muitos de nós temos plena consciência de que o nosso carro é usado apenas por breves instantes durante o dia. Mas quantos de nós percebemos que podemos partilhar uma grande parte dos custos, como a manutenção ou o combustível, com alguém? Não muitos. Através da revolução virtual e do crescimento de plataformas de partilha, 78% dos consumidores revelaram que gostariam de experimentar partilhar com alguém que de todo desconhecem. Este fenómeno está  a impulsionar o crescimento da economia de partilha, que avança cada vez mais e em vertentes distintas.

O ano de 2013 viu a economia da partilha crescer 25% e continua hoje em dia a aumentar o seu valor, em especial no que se refere a pessoas afectadas por crises económicas, uma vez que lhes permite poupar muito dinheiro.

Três princípios da economia de partilha

1.Valor sem uso é um desperdício: A ideia de Frederic Mazzella de criar uma plataforma de partilha do automóvel surgiu quando se viu privado da sua habitual boleia em vésperas de Natal. Estava ciente que muitos condutores conduziam exactamente na mesma direcção, desperdiçado muitos lugares livres. Essa ineficiência foi a oportunidade de reorganizar e motivar as pessoas a partilhar.

 

2. Acesso é mais importante do que propriedade: A geração actual de consumidores reconhece as vantagens de alugar ou emprestar em alternativa a comprar. Esta mentalidade significa também uma grande oportunidade para aqueles que não têm uma carta de condução e não podem pagar outro transporte mais caro.

 

3. Confiança: A globalização abriu o caminho para as empresas e nações em constante conexão. Ao longo do tempo, as comunidades online foram surgindo com perfis de membros e sistemas de reputação, o que torna mais fácil para nós entrar em contacto com “estranhos”.

 

A BlaBlaCar aposta difundir esta perspectiva, apoiando quem qer no consumo colaborativo para expandir através da criação de uma rede global de partilha de carro.

 Em 2016, a Plataforma está presentes em 22 países.

Com mais de 25 milhões de membros, a BlaBlaCar é a maior comunidade de partilha de automóveis do mundo, ao que afirma!

 

(In BlaBlacar, Internet)

Sept aliments insoupçonnés qui peuvent faire gonfler le ventre

 

Yaourts, brocolis, nems… Passage en revue avec une diététicienne et nutritionniste de sept aliments surprenants pouvant provoquer des ballonnements.

On sait que le pain blanc, les crudités ou le café en grande quantité peuvent faire gonfler le ventre, mais il existe d'autres aliments auxquels on ne pense pas et qui ballonnent tout autant. En voici sept décryptés par la diététicienne nutritionniste Alexandra Retion.

Les bonbons sans sucre

On sait que mâcher un chewing-gum peut favoriser les gonflements à cause de l'air qui rentre dans l'estomac. Ce que l'on ignore, c'est que «la consommation en excès de tous les bonbons à base de polyol (alternative au sucre moins calorique que l'on retrouve dans les friandises dites «sans sucre», NDLR) agit sur le système digestif, ballonne et provoque des dérangements digestifs», met en garde la diététicienne nutritionniste. (...)

 

Três anos de 'lei Uber' com perto de 32 mil motoristas e alguns problemas no setor

 

Três anos após a lei 45/2018, são três as operadoras a trabalhar no país: Uber, Bolt e Free Now, esta última criada a partir da MyTaxi (serviço de transporte em táxis através de uma aplicação de telemóvel) e que integra também os TVDE da antiga Kapten.

O número de motoristas certificados das plataformas eletrónicas de transporte (TVDE) é agora, três anos depois da entrada em vigor da lei do setor, cinco vezes superior ao existente no final do período transitório de adaptação às novas regras.

Atualmente, com perto de 32 mil motoristas, o setor dos TVDE tem vivido alguns problemas, agravados com a pandemia, quando alguns operadores de plataformas de TVDE (as empresas que dão nome às plataformas) decidiram alterar o multiplicador tarifário, mudando as margens de lucro dos motoristas. Ler mais

Face à l'inflation, les Français privilégient les produits «premier prix» et délaissent le bio

 

Les pâtes, dont les prix ont augmenté de 12,9%, et les produits premiers prix sont de plus en plus fréquents dans le caddie des consommateurs.

L'inflation commence à être prise en compte par les Français au moment de faire les courses. Selon une étude du panéliste NielsenQ, relayée par BFM Business, une partie des consommateurs s'est d'ores et déjà rabattue sur des produits de marques de distributeurs (MDD) au détriment des grandes marques.

Ainsi, alors que les ventes de produits de grandes marques ont reculé en ce début d'année, celles des MDD sont en hausses, après une année 2021 plutôt maussade. (...)

Taxas Euribor sobem em todos os prazos (com um máximo nos últimos 6 anos)

Taxas em novos máximos a três, seis e 12 meses, desde respetivamente agosto de 2020, julho de 2020 e dezembro de 2015.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação, avançou hoje, para -0,268%, mais 0,042 pontos do que na quinta-feira, um novo máximo desde julho de 2020, contra o mínimo de sempre, de -0,554%, verificado em 20 de dezembro de 2021.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também subiu hoje e manteve-se em terreno positivo, ao ser fixada em 0,084%, mais 0,067 pontos do que na quinta-feira e um novo máximo desde dezembro de 2015, contra o atual mínimo de sempre, de -0,518%, verificado em 20 de dezembro de 2021. Ler mais

Ao nível de Barbados, Portugal tem 12ª maior dívida pública do mundo (como tinha antes da bancarrota)

Portugal continuava, em 2021, a ser o Estado-membro da União Europeia com o terceiro maior peso da dívida pública, com 127,4% do Produto Interno Bruto (PIB). E se as previsões do Governo se confirmarem para este ano, o país manter-se-á entre os mais endividados do mundo, ao nível dos Barbados, num cenário idêntico ao registado antes da chegada da Troika.

Antes da bancarrota, em 2011, e do pedido de resgate à Troika, Portugal tinha uma dívida pública na ordem dos 100% do PIB que era a 12ª maior do mundo, considerando a dimensão da economia de cada país, segundo um levantamento feito pelo Dinheiro Vivo na base de dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). Ler mais

A civil society’s view on the Digital Services Act


 The DSA is approaching a final agreement in inter institutional negotiations. We discuss key aspects of the flagship legislation with Tanya O’Carroll, an independent expert coordinating the People vs Big Tech coalition. On the menu: content moderation, risk assessment, recommender systems, dark patterns and targeted advertising. (...)

UE proíbe os “bifes” vegetais. Os “hambúrgueres” vegetarianos continuam na grelha

  Nova lei restringe o uso de rótulos com os termos carne, vitela, carne de porco, frango, peru, pato e borrego, em alimentos que não têm ...