sexta-feira, 10 de julho de 2026

Projeto de vigilância de grávidas por enfermeiros nos centros de saúde criado há um ano está parado

 

É das medidas reformista do SNS. O objetivo: “Reforçar o acesso aos cuidados das grávidas de baixo risco e sem médico de família”. Mas a Comissão de Acompanhamento, só foi criada sete meses depois do decreto-lei, e um dos parceiros, Ordem dos Enfermeiros, abandonou em abril os trabalhos. Desde aí, nada é igual e há quem diga que o projeto “está em risco”. Direção Executiva garante que trabalhos continuam. Outros parceiros não querem falar.

O Decreto-Lei n.º 87-A/2025 de 25 de julho, que cria o projeto de vigilância da gravidez de baixo risco realizada por Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica (EEESMO), no âmbito dos cuidados de saúde primários do Serviço Nacional de Saúde (SNS), é claro nos seus objetivos: “Reforçar a acessibilidade e a equidade no acesso à vigilância da gravidez de baixo risco; Promover a continuidade dos cuidados ao longo do ciclo gravídico e puerperal; Assegurar a prestação de cuidados de saúde seguros, de qualidade e baseados nas orientações clínicas em vigor, promovendo o trabalho em equipa de saúde familiar”. Ler mais

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