Depois de mais de três anos de debate, a Assembleia Nacional francesa aprovou de forma definitiva a morte medicamente assistida, a lei que permite a doentes com patologias incuráveis pedir e receber medicação letal para pôr fim à vida. A votação marca o fim de um processo longo e polémico, mas a lei ainda não entra em vigor de imediato.
Uma votação que fecha anos de discussão
O plenário da câmara baixa do parlamento francês validou o texto por 291 votos a favor e 241 contra, depois de o ter já aprovado em três leituras anteriores.
A proposta nasceu de um compromisso assumido pelo presidente Emmanuel Macron, em 2022, que esta quarta-feira assinalou o momento como o cumprimento de uma promessa feita "com seriedade, humildade e total respeito pela democracia". Ler mais

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