Segundo um estudo da Allianz, acima dos 30°C, o calor começa a cortar produtividade, aumentar custos energéticos e travar decisões empresariais, transformando as vagas de calor num risco económico estrutural para Portugal.
O calor que esta semana empurra várias regiões de Portugal para temperaturas próximas dos 40°C tem uma fatura que não se mede apenas em vidas ou hectares ardidos.
Um estudo da seguradora Allianz coloca a economia portuguesa entre as mais expostas da Europa aos efeitos do calor extremo e estima que, num cenário de stress climático, o país possa perder 1,9% no consumo privado e 6% na formação bruta de capital fixo, o indicador usado para medir o investimento, até 2030. Ler mais

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