O sistema nacional de videovigilância e deteção automática de incêndios rurais continua a deixar de fora várias áreas consideradas estratégicas na prevenção e combate aos fogos, avança o Jornal de Notícias. Apesar de já cobrir cerca de metade do território continental e monitorizar aproximadamente quatro milhões de hectares de floresta, regiões como o Parque Nacional [...]
O sistema nacional de videovigilância e deteção automática de incêndios rurais continua a deixar de fora várias áreas consideradas estratégicas na prevenção e combate aos fogos, avança o Jornal de Notícias.
Apesar de já cobrir cerca de metade do território continental e monitorizar aproximadamente quatro milhões de hectares de floresta, regiões como o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Alto Minho, o Alto Tâmega, o interior do Alentejo e a serra algarvia permanecem sem vigilância eletrónica. Ler mais

Sem comentários:
Enviar um comentário