
Denúncia de más práticas no Serviço de
Cirurgia Geral e outras queixas recebidas de utentes contra o Hospital
Fernando da Fonseca levaram Entidade Reguladora da Saúde a instaurar um
inquérito à unidade em fevereiro de 2023. Objetivo: averiguar se
direitos dos utentes estavam a ser respeitados. No final, foram feitas
recomendações para corrigir práticas, mas ERS ainda pode fazer
fiscalização. Ao DN, hospital diz estar a cumprir.
A 13 de janeiro de 2023, no dia em que era noticiado pelo jornal Expresso, a existência de cartas com relatos de más práticas no Serviço de Cirurgia Geral do Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra), envolvendo inclusive a morte de doentes, o Ministério Público anunciava a abertura de um processo de inquérito. A Ordem dos Médicos fez o mesmo. Dois dias depois, a Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu também uma ação inspectiva. A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) só o fez quase um mês depois de se saber qual o conteúdo das cartas endereçadas pelo cirurgião Vítor Nunes à direção clínica da altura, ambas com datas de 2022 (outubro e novembro). Ler mais
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