Portugal e os países do Sul da Europa estão na
frente da resposta ao novo choque energético, mas a escala dos apoios
deverá ficar muito aquém da resposta à guerra na Ucrânia, dizem os
especialistas.
O preço do Brent em euros já subiu 42% desde os primeiros ataques dos EUA e Israel ao Irão e o do gás natural já disparou mais de 60%. Em resposta, a Europa reagiu com algumas medidas fiscais de forma mais repentina do que há quatro anos, por ocasião da invasão da Ucrânia pela Rússia que fez também subir repentinamente os preços da energia.
Num relatório publicado esta quinta-feira, a Oxford Economics avisa, porém, que a resposta dos governos europeus será muito mais modesta do que a de 2022, e que provavelmente não vai mexer com as projeções macroeconómicas da consultora para a região. Ler mais

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