Os alunos dizem estar mais motivados e a aprenderem melhor desde que as escolas passaram a ter mais autonomia e flexibilidade para gerir os currículos do ensino básico e secundário, mas gostavam de participar mais nas decisões pedagógicas. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado por uma equipa de investigadores que avaliou os [...]
Os alunos dizem estar mais motivados e a aprenderem melhor desde que as escolas passaram a ter mais autonomia e flexibilidade para gerir os currículos do ensino básico e secundário, mas gostavam de participar mais nas decisões pedagógicas. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado por uma equipa de investigadores que avaliou os impactos do diploma sobre Autonomia e Flexibilidade Curricular (AFC) e concluiu que a mudança foi “globalmente muito positiva” nas práticas pedagógicas, na avaliação e nos modos de organização das escolas.
O decreto-lei de 2018 veio reforçar a capacidade das escolas para adaptar o currículo às necessidades dos seus alunos e dos territórios em que se inserem, permitindo práticas pedagógicas centradas no aluno, mais colaborativas e interdisciplinares. Ler mais

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