A descoberta foi feita por investigadores da Universidade de Medicina de Halle, na Alemanha.
Um número significativo de doentes apresenta sequelas da Covid-19. A condição é chamada Covid longa, na qual os sintomas da infeção, como perda de olfato, dificuldade em respirar e dor no peito, persistem por semanas, meses e, em alguns casos, anos. Mas, agora, um estudo alemão revelou que quem foi infetado pela variante Ómicron apresenta um risco significativamente menor de desenvolver esta doença.
"O nosso estudo mostra que a percentagem de pessoas que desenvolvem
sintomas prolongados de Covid após uma infeção era mais baixa na época
em que a Ómicron era predominante", disse Sophie Diexer, uma das autoras
do estudo, publicado no International Journal of Infectious Diseases. Ler mais

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