terça-feira, 6 de setembro de 2022

CP condenada a pagar 1,6 milhões a jovem colhida por comboio

 

Joana ficou sem uma perna em 2008, quanto ao tentar entrar no Sud-Express em andamento caiu e foi colhida. A CP recusou sempre qualquer responsabilidade no acidente. Esta quinta-feira, o Tribunal Administrativo de Lisboa arbitrou uma indemnização recorde, fundada na negligência do revisor e o facto de o comboio ter arrancado de portas abertas.

A 5 de julho de 2008, pouco depois das 16 horas, o Sud Express com destino a Hendaia, França, arrancou com as portas abertas. Se o comboio efetuou ou não um apito de "pré-aviso" aos passageiros para embarcarem é matéria de desacordo - mas alguns dos que, munidos de bilhete, esperavam no cais por esse aviso garantem que não. Vendo as portas abertas, deram uma corrida para entrar. Todos conseguiram menos a lisboeta Joana Reais, 22 anos: saltou, agarrou o corrimão da porta mas nesse momento o comboio, conta, deu um solavanco. Desequilibrou-se e caiu, sendo atropelada. Em resultado, sofreu amputação de uma perna e ficou com o outro pé esfacelado. Ler mais

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