quarta-feira, 3 de junho de 2026

Agentes de IA ignoram lei da UE para atingir objetivos, conclui estudo

 

O agente de IA com melhor desempenho, o Claude Opus da Anthropic, cumpriu a legislação da UE apenas em 54% dos casos, segundo uma organização holandesa sem fins lucrativos

Alguns dos modelos de inteligência artificial mais populares do mundo estão a dar origem a agentes que resistem ativamente à regulamentação da UE para conseguirem o que querem, de acordo com uma nova investigação.

A Aithos, uma organização neerlandesa sem fins lucrativos que estuda o alinhamento da IA, desenvolveu (fonte em inglês) um sistema chamado LARA para testar 12 dos modelos de agentes de IA mais usados e avaliar se cumpriam partes essenciais da Lei da IA da UE, que regula a forma como estes sistemas podem ser utilizados, e do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), através de perguntas baseadas em cenários. Ler mais 

De Gaia a Lisboa: ASAE apreende mais de 14 mil peças automóveis contrafeitas

 

O valor total da apreensão feita no contexto da ação, denominada "Motor Seguro", ascendeu a mais de 600 mil euros.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 14.629 peças automóveis contrafeitas numa operação realizada em Vila Nova de Gaia, Leiria e Lisboa. A ação, denominada "Motor Seguro", teve como objetivo o combate à comercialização ilegal de componentes automóveis de marcas de renome internacional.

A investigação foi conduzida pela Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal da ASAE e procurou verificar a autenticidade, origem e conformidade técnica de peças colocadas no mercado. Ler mais

Polémica nas praias: colocar chapéus de sol em frente às concessões? Eis a resposta


 Um dos temas que tem dado que falar nos últimos dias.

O tema parece continuar a dar que falar e já 'obrigou' a APA, a Agência Portuguesa do Ambiente, a fazer um esclarecimento.

Em causa estão as notícias sobre a possibilidade de banhistas colocarem os seus chapéus de sol nas zonas definidas como “de concessão” nas praias portuguesas.

 Segundo a SIC Notícias, foi agora reafirmado que os banhistas podem colocar "chapéus de sol, para-ventos e outros equipamentos balneares particulares" em frente às concessões. Esta posição contou com o apoio dos municípios e da Autoridade Marítima.

Numa nota enviada às redações, a APA esclareceu que os Planos de Ordenamento da Orla Costeira e os Regulamentos de Gestão das Praias Marítimas em vigor "estabelecem limites para a ocupação das praias por apoios balneares, garantindo o equilíbrio entre o uso privado e o uso público".

Dessa forma, é clarificado que "estas ocupações não podem exceder 30% da área útil da praia nem 50% da frente de praia", ou seja, na restante metade do areal os banhistas podem colocar qualquer equipamento que esteja dentro dos parâmetros legais.

“Praias da Arrábida são públicas”, avisa Agência Portuguesa do Ambiente

Organismo liderado por José Pimenta Machado confiante que vai ganhar processo em tribunal contra dono de herdade que reclama cinco praias como privadas. 

Mais uma polémica a envolver as praias portuguesas e o verão de 2026 ainda nem começou.

Depois da questão sobre o posso-abrir-ou-não-o-chapéu-de-sol-em-frente-às-concessões (pode abrir, desde que esteja fora da área de concessão) eis que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) tem uma nova luta.

Os donos da Herdade da Comenda em Setúbal, na zona da serra da Arrábida, avançaram para tribunal para reclamar a titularidade das cinco praias e do parque de merendas na proximidade. Ler mais

UE lança maior operação de prevenção aos incêndios de sempre com Portugal entre os países prioritários

 

O plano prevê a mobilização de 777 bombeiros para os países mais vulneráveis aos incêndios. Além de Portugal, os apoios abrangem Chipre, Grécia, Itália, França e Espanha. Portugal irá beneficiar de duas aeronaves ligeiras da frota da UE.

A Comissão Europeia (CE) anunciou a maior operação de prevenção aos incêndios de sempre, através do financiamento e da mobilização de um número recorde de bombeiros, aeronaves e especialistas em emergência, para as zonas de maior risco, incluindo Portugal.  

O plano prevê a mobilização de 777 bombeiros, que serão pré-posicionados nos países mais vulneráveis aos incêndios. Além de Portugal, os apoios abrangem Chipre, Grécia, Itália, França e Espanha. O apoio prevê ainda 22 aviões de combate a incêndios e cinco helicópteros da frota da União Europeia (UE) prontos para apoiar os países sob maior pressão. Portugal irá beneficiar de duas aeronaves ligeiras da frota da UE a partir desta terça-feira, segundo a Lusa. Ler mais

O meu padeiro redufla, redufla o teu também?


“Reduflação” é o processo mediante o qual os produtos diminuem de tamanho ou quantidade, enquanto o preço se mantém inalterado ou sofre até um qualquer acréscimo em detrimento do consumidor.

Tal efeito é consequência do aumento do nível geral dos preços dos bens, manifestado por unidade de peso ou volume, causado por inúmeros factores, principalmente a perda do poder aquisitivo da moeda e a queda do poder de compra dos consumidores e/ou do aumento do custo das matérias-primas, cuja resposta da oferta é a redução do peso ou tamanho dos bens transaccionados.

A reduflação concebe-se, portanto, como uma forma de adaptação da oferta à pressão inflacionária, e surge para evitar uma perturbação na dinâmica de transferências para o mercado, ante a concorrência. Por causa e efeito, apresenta-se deste modo como uma forma encapotada de inflação. Ler mais

Mapa europeu revela choque entre salários e rendas: Lisboa é o caso mais extremo

 

A crescente pressão sobre o mercado habitacional europeu está a aprofundar o fosso entre salários e rendas, com as cidades do sul da Europa a destacarem-se pelos níveis mais elevados de esforço financeiro exigido aos arrendatários.

A crescente pressão sobre o mercado habitacional europeu está a aprofundar o fosso entre salários e rendas, com as cidades do sul da Europa a destacarem-se pelos níveis mais elevados de esforço financeiro exigido aos arrendatários. Um novo estudo divulgado pela Tradingpedia e representado num mapa elaborado pelo El Economista revela que Lisboa é atualmente a cidade europeia onde o arrendamento absorve a maior percentagem do rendimento dos trabalhadores, colocando a capital portuguesa no topo de um ranking que evidencia o agravamento da crise da acessibilidade à habitação.

A análise compara o valor médio da renda de um apartamento com um quarto localizado nos centros urbanos com o salário líquido médio disponível em 127 cidades europeias. Para isso, foram utilizados dados sobre custo de vida da plataforma Numbeo e históricos de preços de arrendamento recolhidos através da Wayback Machine.  Ler mais

 

E se o carro avariar...

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