quarta-feira, 1 de abril de 2026

Tempo de espera para cirurgias mais graves duplica com apenas dois níveis de prioridade

 Estes novos prazos aplicam-se às especialidades de Oncologia e Cardiologia, nas outras mantêm-se os habituais três níveis.

Os tempos de espera para cirurgias programadas passam a partir de quinta-feira, 2 de abril, a ter apenas dois níveis de prioridade, segundo uma portaria publicada, que duplica a espera em cirurgias para casos mais graves.

Também no caso das primeiras consultas de especialidade para doença oncológica, os tempos passam a ter apenas dois níveis: muito prioritário (sete dias) e prioritário (30 dias), ao invés dos anteriores três (7, 15 e 30 dias).

A portaria publicada esta quarta-feira em Diário da República, assinada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e que entra em vigor na quinta-feira, define que apenas a espera para a primeira consulta de especialidade hospitalar referenciada pelos cuidados primários - à exceção da Oncologia e Cardiologia - mantém os habituais três níveis: muito prioritário (30 dias), prioritário (60 dias) e normal (120 dias). 

New York, New York…


Dos jornais:

“A Procuradora-Geral de Nova Iorque, Letitia James, emitiu um “comunicado ao consumidor” lembrando aos nova-iorquinos que os estabelecimentos comerciais em todo o Estado têm agora de aceitar pagamentos em dinheiro.

De harmonia com a nova lei que entrou em vigor em 21 de Março, é ilegal que um estabelecimento de produtos alimentares ou qualquer outro estabelecimento de retalho recuse o pagamento em dinheiro de bens ou serviços de consumo.

A nova lei estadual é o reflexo de uma semelhante em vigor na cidade de Nova Iorque desde 2020.

A Procuradora-Geral incentiva os nova-iorquinos a apresentar reclamações ao Gabinete da Procuradoria-Geral sempre que um qualquer estabelecimento comercial recuse notas e moedas metálicas em pagamento. Ler mais

 

IA está a amplificar conteúdos de abuso sexual de crianças com escala e sofisticação inéditas

 

A tecnologia que promete revolucionar o quotidiano está também a abrir portas difíceis de fechar. Um novo relatório revela como ferramentas acessíveis estão a alimentar uma escalada silenciosa e cada vez mais sofisticada de conteúdos de abuso sexual de crianças gerados por IA. 

Novos dados da Internet Watch Foundation revelam uma escalada preocupante na criação de conteúdos de abuso sexual de crianças gerados por inteligência artificial. Em 2025, a organização identificou 8.029 imagens e vídeos deste tipo com elevado realismo, confirmando um crescimento significativo face ao ano anterior. Ler mais 

Oitenta por cento dos alunos da Universidade de Coimbra usam IA na academia

 

Oitenta por cento dos alunos da Universidade de Coimbra (UC) utilizam a Inteligência Artificial (IA) para finalidades académicas, concluiu um inquérito da associação estudantil conimbricense, que apresentou um manifesto para a regulamentação desta ferramenta no ensino superior.

O estudo realizado pela Associação Académica de Coimbra (AAC), entre Fevereiro e Março, com mais de 200 estudantes da UC, demonstrou que 80% dos inquiridos utiliza IA no âmbito da academia, sendo 90% consideram que a ferramenta deve ser urgentemente regulamentada no ensino superior.

Os resultados do inquérito foram revelados hoje, numa conferência de imprensa para apresentação do “Manifesto da Associação Académica de Coimbra para a Regulamentação de Utilização de Inteligência Artificial no Ensino Superior”, um projecto colaborativo com o Núcleo de Estudantes de Informática (NEI) da AAC. Ler mais

New York, New York…

Dos jornais:

“A Procuradora-Geral de Nova Iorque, Letitia James, emitiu um “comunicado ao consumidor” lembrando aos nova-iorquinos que os estabelecimentos comerciais em todo o Estado têm agora de aceitar pagamentos em dinheiro.

De harmonia com a nova lei que entrou em vigor em 21 de Março, é ilegal que um estabelecimento de produtos alimentares ou qualquer outro estabelecimento de retalho recuse o pagamento em dinheiro de bens ou serviços de consumo.

A nova lei estadual é o reflexo de uma semelhante em vigor na cidade de Nova Iorque desde 2020.

A Procuradora-Geral incentiva os nova-iorquinos a apresentar reclamações ao Gabinete da Procuradoria-Geral sempre que um qualquer estabelecimento comercial recuse notas e moedas metálicas em pagamento. Ler mais

NEW YORK, NEW YORK…


Dos jornais:

“A Procuradora-Geral de Nova Iorque, Letitia James, emitiu um “comunicado ao consumidor” lembrando aos nova-iorquinos que os estabelecimentos comerciais em todo o Estado têm agora de aceitar pagamentos em dinheiro.

De harmonia com a nova lei que entrou em vigor em 21 de Março, é ilegal que um estabelecimento de produtos alimentares ou qualquer outro estabelecimento de retalho recuse o pagamento em dinheiro de bens ou serviços de consumo.

A nova lei estadual é o reflexo de uma semelhante em vigor na cidade de Nova Iorque desde 2020.

A Procuradora-Geral incentiva os nova-iorquinos a apresentar reclamações ao Gabinete da Procuradoria-Geral sempre que um qualquer estabelecimento comercial recuse notas e moedas metálicas em pagamento.

"Os nova-iorquinos têm direito ao acesso a bens e serviços, não importando o meio pelo qual entendam pagar", afirmou, na ocasião, a procuradora-geral.

"As empresas não podem negar o acesso a necessidades básicas como comida e roupas recusando-se a aceitar dinheiro ou cobrando mais dos consumidores por pagarem em dinheiro. Não hesitarei em aplicar a lei com rigor para proteger os consumidores em todo o nosso Estado."

De acordo com a lei ora em vigor, as lojas de alimentos e outros estabelecimentos de retalho não podem exigir que os consumidores paguem com cartão de crédito e ou débito ou utilizem outro método de pagamento com exclusão do dinheiro para concluir uma compra. Também não podem cobrar um preço mais alto dos consumidores se pagarem em dinheiro. Os estabelecimentos que violarem a nova lei enfrentarão sanções que atingirão, no limite, $1.000 para a primeira infracção e $1.500 para cada uma das infracções subsequentes.

A nova lei comporta, porém, excepções:

Os estabelecimentos não têm de aceitar notas em denominações acima de vinte dólares; não precisam de aceitar dinheiro para pedidos feitos por telefone, correio ou internet, a menos que a transacção ocorra no próprio estabelecimento.

A nova lei também não se aplica se uma loja fornecer um dispositivo em suas dependências para converter dinheiro em cartão pré-pago. No entanto, a loja não pode cobrar taxa nem exigir que o cartão pré-pago seja carregado com um valor mínimo acima de um dólar.

Os nova-iorquinos que tenham conhecimento de que um estabelecimento comercial está a violar a nova lei devem entrar em contacto com a PG enviando uma reclamação online ou ligando para 1 (800) 7…”

Pois bem, o que é verdade é que, em Portugal, conquanto a moeda soberana – o euro – seja de aceitação obrigatória, ressalvadas as excepções da lei, não há de modo directo sanção para a recusa.

Sabe-se que a Plataforma Denária, que se bate pelo respeito pelo dinheiro em espécie (notas e moedas metálicas com curso legal, na esteira do que se sufraga na Comissão como no Parlamento Europeu), depositou já nas mãos de deputados da Comissão de Orçamento e Finanças de cada um dos grupos parlamentares um anteprojecto para que venha a ser editada uma lei que penalize quantos, nas diferentes esferas do comércio, se recusem a aceitar o numerário como forma de pagamento, que nenhuma outra pode apagar ou cilindrar.

Espera-se que a lei não tarde para acabar com toda esta fantochada que não é própria de um Estado de Direito.

Norma sem efectividade, sem coerção, nem mera sugestão é!

 

Mário Frota

presidente emérito da apDC - DIREITO DO CONSUMO -, Portugal

O uso do telemóvel ao volante compromete a atenção necessária à condução. Mesmo…

O uso do telemóvel ao volante compromete a atenção necessária à condução. Mesmo com sistema mãos-livres, a divisão da atenção aumenta o risco de acidente. Ao volante, concentre-se exclusivamente na estrada. Até o Coelhinho da Páscoa sabe: agarre a vida, largue o telemóvel. #ConselhosPRP #PáscoaSegura #SegurançaRodoviária Link no Facebook

O uso do telemóvel ao volante compromete a atenção
necessária à condução.

Mesmo com sistema mãos-livres, a divisão da atenção
aumenta o risco de acidente.

Ao volante, concentre-se exclusivamente na estrada.

Até o Coelhinho da Páscoa sabe: agarre a vida, largue o
telemóvel.

 

AT pode cobrar-me mais tarde por um erro meu agora na declaração do IRS?

 'Trabalho e impostos (des)complicados' é uma rubrica do Notícias ao Minuto, assinada por Dantas Rodrigues, sobre assuntos relacio...