quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

A ignóbil exploração dos idosos por empresas do sector de aparelhos acústicos

 


Uma mina, a exploração dos idosos com surdez ou sujeitos a exames fictícios por pretensos audiólogos que os dão com surdez ou deficiências de audição…

Uma das televisões denunciou o fenómeno há dias. Com uma larga soma de episódios que levam sobretudo os consumidores idosos e desprovidos de protecção ao sobre-endividamento ou à miséria!

A um deles, por arrastamento, até um desumidificador terão vendido. Ler mais

Apagão: interromper interligações não protegia consumidores

 

Presidente da ERSE afirma que houve outras decisões que tiveram que ser tomadas, porque quando houve o apagão, a compra e venda de energia nos mercados organizados já estava fechado.

O presidente da ERSE defendeu esta quarta-feira no Parlamento que interromper interligações com Espanha para evitar um apagão energético não iria proteger os consumidores portugueses, pois implicava ter “máquinas elétricas” em permanência para substituir essa potência.

“É evidente que evitar o apagão em Espanha, evitar que ocorresse em Portugal, não era um custo eficaz, temos que ter consciência disso”, disse o presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), Pedro Verdelho, durante uma audição no grupo de trabalho criado na Comissão de Ambiente e Energia da Assembleia da República sobre o apagão energético de 28 de abril de 2025. Ler mais

A ignóbil exploração dos idosos por empresas do sector de aparelhos acústicos

 


Uma mina, a exploração dos idosos com surdez ou sujeitos a exames fictícios por pretensos audiólogos que os dão com surdez ou deficiências de audição…

Uma das televisões denunciou o fenómeno há dias. Com uma larga soma de episódios que levam sobretudo os consumidores idosos e desprovidos de protecção ao sobre-endividamento ou à miséria!

A um deles, por arrastamento, até um desumidificador terão vendido.

A um outro “implicaram-no” em três contratos de crédito acoplados aos de compra e venda.

Os processos não são nem regulares nem legais.

A agressividade dos procedimentos são patentes. Ler mais

Vêm aí mais cheques para carros elétricos. Saiba quanto pode receber

 

O Governo vai lançar um novo concurso de apoio à compra de veículos elétricos até março, mantendo as mesmas regras do anterior. Confira os valores em cima da mesa. 

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, anunciou na terça-feira que o Governo vai lançar um novo concurso de apoio à compra de veículos elétricos até março, mantendo as mesmas regras do anterior. Os veículos ligeiros elétricos de passageiros podem receber entre quatro mil e cinco mil euros.

A informação foi adiantada à Lusa pela ministra do Ambiente e Energia que confirmou ainda que o apoio terá uma dotação de 20 milhões de euros.

Em dezembro do ano passado, recorde-se, o programa público de apoio à compra de automóveis elétricos para pessoas singulares esgotou ao fim de poucas horas no dia em que o Fundo Ambiental abriu o prazo de candidaturas. Ler mais

 

Proteção de dados. Operadora francesa Free multada em 42 milhões

 

A operadora francesa de telecomunicações Free, propriedade do grupo Iliad, foi multada em 42 milhões de euros por violar regras de segurança dos dados dos seus utilizadores em 2024.

A Comissão Nacional de Informática e Liberdades de França (CNIL) anunciou hoje, em comunicado, que a sanção divide-se em 27 milhões para a entidade Free Mobile, que gere os contratos de telemóveis, e outros 15 milhões para a Free, que se ocupa da telefonia fixa.

 Em outubro de 2024, um invasor conseguiu infiltrar-se nas bases de dados da empresa e acedeu a dados pessoais de 24 milhões de assinantes, incluindo informações como números de contas bancárias. Ler mais

Meta pede à Austrália para reconsiderar proibição das redes sociais a menores de 16 anos

 Empresa de Zuckerberg eliminou 544 mil contas juvenis e pede mudança na legislação

A tecnológica Meta solicitou que a Austrália reconsidere a sua proibição das redes sociais para menores de 16 anos, após ter informado que bloqueou mais de 544 mil contas ao abrigo da legislação.

Desde 10 de dezembro que o Facebook e o Instagram, cuja empresa-mãe é a Meta, bem como o YouTube, TikTok, Snapchat, Reddit, Kick, Twitch, Threads e X são obrigados a banir os utilizadores australianos com menos de 16 anos.

Estas empresas estão sujeitas a multas de 49,5 milhões de dólares australianos (cerca de 28 milhões de euros) se não tomarem "medidas razoáveis" para cumprir a lei. Ler mais

 

A ignóbil exploração dos idosos por empresas do sector de aparelhos acústicos

 
Uma mina, a exploração dos idosos com surdez ou sujeitos a exames fictícios por pretensos audiólogos que os dão com surdez ou deficiências de audição...

Uma das televisões denunciou o fenómeno há dias. Com uma larga soma de episódios que levam sobretudo os consumidores idosos e desprovidos de protecção ao sobre-endividamento ou à miséria!

A um deles, por arrastamento, até um desumidificador terão vendido.

A um outro “implicaram-no” em três contratos de crédito acoplados aos de compra e venda.

Os processos não são nem regulares nem legais.

A agressividade dos procedimentos são patentes.

Com a contracção de créditos, ante as míseras pensões que auferem, solvidos os encargos mal ficam com dinheiro para comer.

As televisões usam figuras com implantação nacional e que gozam de efectiva notoriedade para atrair os incautos.

Muitos dos pretensos “rastreios” são feitos em furgonetas ambulantes, outros em quartéis das corporações de bombeiros ou em estabelecimentos físicos sediados um pouco por toda a parte.

Há “empresas” a atrair os idosos mediante contactos telefónicos em que varrem sucessivas zonas de cidades, vilas e aldeias.

De onde em onde há alarido nos “media”.

Em 2024, o jornal PÚBLICO, denunciava, em manchete, que ocupava a primeira página do periódico:

“VENDA DE APARELHOS AUDITIVOS A CRÉDITO LESA CENTENAS DE IDOSOS”

Com efeito, aos contratos de compra e venda é vulgar acoplarem-se  contratos de crédito com a chancela de conhecidas sociedades financeiras de aquisições a crédito.

Os créditos são concedidos sem a necessária avaliação de solvabilidade que a lei exige imperativamente desde 2009 e a directiva (ainda não transposta) reforça sobremodo.

E, no entanto, a despeito de tais factos se revestirem de notoriedade, as autoridades responsáveis permanecem em silêncio como se não tivessem de intervir sempre que haja notícia de situações destas.

O que haverá a dizer a este propósito?

Perante a vaga de ‘assaltos’ perpetrada contra hipervulneráveis por essa ‘corja’ sem escrúpulos que leva a mais miséria ainda do que a que oferecem as pensões de aposentação, um sem-número de passos se devem encetar para travar os ‘instintos assassinos’ desses meliantes.

Ei-los:  

l  A denúncia das vítimas ou seus familiares de tais  casos à DGC - Direcção-Geral do Consumidor  e à ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, abandonada a ideia de o fazerem nos livros de reclamações inexistentes nos veículos de “acolhimento”;

l  Uma acção colectiva (inibitória e ressarcitória) perpetrada pela DGC, no uso da legitimidade processual que lhe assiste, em ordem à condenação das empresas que enredam os consumidores nos seus sórdidos processos de venda em indemnização pelos males cometidos contra todos e cada um;

l  Uma outra acção contra as sociedades financeiras de aquisições a crédito que inobservam os procedimentos de avaliação da solvabilidade dos consumidores que a Lei do Crédito ao Consumo, em vigor, impõe e “esvaziam” por completo os meios de subsistência das vítimas;

l  O ressarcimento de todos os idosos defraudados por tais vilões;

l  O desencadeamento de uma campanha de informação dirigida aos idosos nos meios de comunicação de massas a fim de os ‘industriarem’ a não cair em tais esparrelas;

l  A criação de canais breves, nas freguesias e nos municípios, para que as reclamações contra esses usurpadores da miséria alheia transitem com facilidade e se consiga ter a noção da extensão do prejuízo e os fautores de tão demolidoras acções;

l  A dotação de meios às associações de consumidores autênticas, autónomas e genuínas para que encetem acções junto das populações advertindo-as para os ominosas práticas de tais empresas.

l  Responsabilizar os interventores em campanhas de publicidade em que usando da sua geral aceitação junto do grande público instem os idosos e os mais a procurar tais casas quando as  insígnias que “representam” participem em tais acções.

Urge se actue sem detença para que as hostes de vítimas inocentes se não avolumem assustadoramente.

Urge!

 

Mário Frota

Presidente emérito da apDC - DIREITO DO CONSUMO -, de Portugal

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