Presidente da ERSE afirma que houve outras decisões que tiveram que ser tomadas, porque quando houve o apagão, a compra e venda de energia nos mercados organizados já estava fechado.
O presidente da ERSE defendeu esta quarta-feira no Parlamento que interromper interligações com Espanha para evitar um apagão energético não iria proteger os consumidores portugueses, pois implicava ter “máquinas elétricas” em permanência para substituir essa potência.
“É evidente que evitar o apagão em Espanha, evitar que ocorresse em Portugal, não era um custo eficaz, temos que ter consciência disso”, disse o presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), Pedro Verdelho, durante uma audição no grupo de trabalho criado na Comissão de Ambiente e Energia da Assembleia da República sobre o apagão energético de 28 de abril de 2025. Ler mais

Sem comentários:
Enviar um comentário