segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Economia de A a Z

Retirada de benefícios fiscais a doentes oncológicos não passa no Constitucional


 

Loja do Cidadão Virtual fez 90 mil atendimentos num mês. Segunda fase da ‘guerra’ às filas em vigor em fevereiro

 
Lojas do Cidadão com maior procura passarão a ter um funcionamento mais “organizado e disciplinado”, sendo obrigadas a ter todos os serviços a funcionar “ininterruptamente entre as 8 horas e 30 minutos e as 19 horas e 30 minutos, de segunda-feira a sexta-feira, e entre as 8 horas e 30 minutos e as 14 horas, ao sábado”, e sem necessidade de marcação prévia. Esta é a segunda etapa da reforma anunciada por Gonçalo Matias, depois de, em novembro, ter sido criada a Loja do Cidadão Virtual, já com 150 serviços disponíveis para cidadãos e empresas. 

No espaço de um mês, a Loja do Cidadão Virtual lançada a 12 de novembro atendeu cerca de 90 mil pessoas, de acordo com dados avançados ao Jornal Económico (JE) por fonte do ministério da Reforma do Estado. A meta do Governo é que, até 2030, 100% dos serviços das lojas do cidadão estejam disponíveis online e que, os nove milhões de atendimentos anuais nas lojas físicas passem a metade. Acabar com as “filas intermináveis”, por um lado, e “melhorar a qualidade dos serviços e atendimento”, por outro, é a máxima desta reforma feita a “dois tempos”. Ler mais 

Certificados de Aforro com novas regras a partir de hoje. Saiba o que muda

 

Segundo Ministério das Finanças, o objetivo é “modernizar e simplificar a gestão” destes títulos de dívida pública.

As pessoas que detenham certificados de aforro (CA) das série A, B e D vão poder solicitar a conversão digital a partir de hoje, 5 de janeiro de 2026, e até 29 de novembro de 2029, entregando os títulos em papel.

Estas indicações constam de uma instrução da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) publicada em Diário da República e de um comunicado do Ministério das Finanças.

Em causa está a concretização do processo de desmaterialização dos certificados de aforro que ainda se encontram escriturados em títulos físicos (papel) com o objetivo de “modernizar e simplificar a gestão” destes títulos de dívida pública, reforçando “as condições de acessibilidade e de proteção dos aforristas”, segundo refere o Ministério das Finanças. Ler mais

 

Diário de 5-1-2025

 


Diário da República n.º 2/2026, Série I de 2026-01-05

Presidência do Conselho de Ministros, Finanças e Defesa Nacional

Fixa a estrutura nuclear da Direção-Geral de Armamento e Património da Defesa Nacional.

Presidência do Conselho de Ministros, Finanças e Defesa Nacional

Fixa a estrutura nuclear da Direção-Geral de Recursos Humanos da Defesa Nacional.

Economia e Coesão Territorial

Procede à terceira alteração do sistema de incentivos Portugal Events, criado pela Portaria n.º 101/2023, de 11 de abril, com as alterações dadas pela Portaria n.º 429/2023, de 12 de dezembro, e pela Portaria n.º 34/2025/1, de 10 de fevereiro.

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Portaria de extensão das alterações do contrato coletivo entre a RENA ― Associação das Companhias Aéreas em Portugal e o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos ― SITAVA e outro.

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Portaria de extensão do contrato coletivo entre a Associação Comercial e Empresarial do Distrito de Aveiro (ACA) e o CESP ― Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal e outro.

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Portaria de extensão das alterações do contrato coletivo entre a GROQUIFAR ― Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos e o Sindicato das Indústrias e Afins ― SINDEQ (produtos farmacêuticos).

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Portaria de extensão das alterações do contrato coletivo entre a GROQUIFAR ― Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos e a Federação de Sindicatos da Indústria, Energia e Transportes ― COFESINT e outra (produtos farmacêuticos).

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Portaria de extensão das alterações do contrato coletivo entre a Associação Portuguesa das Empresas do Setor Eléctrico e Electrónico e a FE ― Federação dos Engenheiros e outros.

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Portaria de extensão das alterações do contrato coletivo entre a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços ― SITESE.

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Portaria de extensão das alterações do contrato coletivo entre a Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios (ANIL) e outra e o Sindicato das Indústrias e Afins ― SINDEQ.

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Portaria de extensão das alterações do contrato coletivo entre a Associação Nacional de Comerciantes e Industriais de Produtos Alimentares (ANCIPA) e o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços ― SITESE (confeitaria e conservação de fruta ― administrativos).

Tribunal Constitucional

Pronuncia-se pela inconstitucionalidade das seguintes normas da Lei n.º 37/81, de 3 de outubro (Lei da Nacionalidade), na redação decorrente das alterações introduzidas pelo artigo 2.º do Decreto n.º 17/XVII da Assembleia da República: alínea f) do n.º 1 do artigo 6.º, alínea a) do n.º 1 do artigo 9.º e n.º 3 do artigo 12.º-B; pronuncia-se pela inconstitucionalidade da norma extraída dos n.os 3 e 4 do artigo 7.º do Decreto n.º 17/XVII da Assembleia da República; não se pronuncia pela inconstitucionalidade das demais normas que integram o pedido.

Novo salário mínimo obriga empresas a gastar mais 866 euros por ano por cada trabalhador


 Salário mínimo passa de 870 euros para 920 euros a partir deste mês. É um custo de mais 50 euros por mês (700 euros por ano), a que acresce ainda um agravamento das contribuições sociais.

As empresas vão ter de gastar mais 866 euros por ano por cada trabalhador que esteja a receber o salário mínimo nacional. Esse agravamento dos custos resulta da subida da retribuição mínima garantida — que passa para 920 euros brutos por mês –, mas também do consequente aumento das contribuições pagas pelo empregador à Segurança Social.

Em outubro de 2024, o Governo assinou com as quatro confederações empresariais e com a UGT um acordo de Concertação Social que prevê, nomeadamente, a trajetória do salário mínimo nacional até 2028. Ler mais

Emprensa Escrita - 5-1-2025





 

Próximos dias vão ser mesmo muito difíceis. Não deve ignorar este aviso

  Risco de incêndio rural será muito elevado nos próximos dias e toda a ajuda pode fazer a diferença para evitar males maiores. A GNR conta ...