quarta-feira, 16 de julho de 2025

Plantas aromáticas e farinha de bolota incluídas em pão que traz benefícios para a digestão e saúde intestinal

 

Uma equipa de investigadores portugueses está a desenvolver um pão funcional, com compostos que promovem a saúde digestiva em geral.

"O projeto 'AlBread: Uso de plantas aromáticas do Alentejo e farinha de bolota no desenvolvimento de pão funcional', no qual participam as faculdades de Farmácia (FFUC) e Medicina (FMUC), bem como as universidades do Algarve e de Évora, surgiu no seguimento da ideia de criar um alimento com propriedades funcionais que conjugasse ingredientes naturais e benefícios comprovados para a saúde gastrointestinal", é explicado em comunicado.

"Este projeto propõe a integração de óleos essenciais extraídos de plantas aromáticas e medicinais do Alentejo, como a erva-príncipe e o rosmaninho, e ainda o desenvolvimento de técnicas inovadoras de encapsulamento desses compostos, para que estes sejam libertados no momento certo do processo digestivo, preservando o sabor e aroma tradicional do pão", explica Luís Alves, investigador do Chemical Engineering and Renewable Resources for Sustainability (CERES), da FCTUC. Ler mais

 

Quase um terço dos jovens europeus não querem ter filhos, revela estudo europeu

Cerca de um terço dos jovens europeus não querem ter filhos, apontando a insegurança económica e as prioridades pessoais como causas, e 70% defendem que o acesso à preservação da fertilidade daria maior liberdade de escolha

Cerca de um terço dos jovens europeus não querem ter filhos, apontando a insegurança económica e as prioridades pessoais como causas, e 70% defendem que o acesso à preservação da fertilidade daria maior liberdade de escolha.

Segundo um inquérito que envolveu mais de 30.000 jovens em 12 países europeus, o desejo da parentalidade permanece vivo na juventude europeia, mas já não é unânime.

Mais de dois em cada três (67%) consideram-se bem informados sobre fertilidade, um valor inferior face ao nível de literacia que dizem ter sobre métodos contracetivos (80%), uma diferença que espelha uma lacuna na educação reprodutiva, especialmente quando menos de metade (49%) disse ter discutido estes temas com um profissional de saúde. Ler mais

 

Décadas de descontos ignoradas: Reformados contestam em tribunal os cálculos das pensões da Segurança Social

 


Vários reformados estão a mover ações judiciais contra a Segurança Social por considerarem que os cálculos usados para determinar as suas pensões não refletem corretamente toda a carreira contributiva. Em causa está a aplicação deficiente de um decreto-lei publicado em 2017, que visa precisamente assegurar que são considerados todos os descontos feitos ao longo da vida profissional, mesmo que tenham sido realizados em diferentes regimes.

Segundo avança o Correio da Manhã, as ações multiplicam-se nos tribunais do Continente, e o caso mais emblemático teve decisão favorável ao pensionista no Tribunal de Leiria. Nessa sentença, o tribunal concluiu que o Centro Nacional de Pensões (CNP) falhou ao não contabilizar períodos contributivos em regimes especiais ou em caixas de previdência distintas do regime geral. O resultado foi a atribuição de pensões substancialmente mais baixas do que as que os beneficiários esperavam, nalguns casos com dezenas de anos de descontos ignorados.

Um dos reformados lesados, ouvido pelo CM, afirma que “foram ignorados mais de 20 anos de descontos”, o que representa uma diferença de “centenas de euros” na pensão mensal. “Isto é injusto. Fiz os meus descontos, como mandava a lei. Agora cortam-nos como se esses anos não tivessem existido”, lamenta. Ler mais

INEM deu apenas quatro dias para operadores garantirem helitransporte de emergência

 


Em junho, numa consulta ao mercado lançada a uma sexta-feira à tarde, o INEM deu apenas quatro dias para operadores garantirem helitransporte de emergência. 

Numa sexta-feira à tarde, às 14h50 do dia 6 de junho, o INEM decidiu fazer uma consulta ao mercado “por imperiosa urgência e necessidade”, contactando 14 empresas para saber se tinham como assegurar a operação de helitransporte médico de emergência por um período máximo de quatro meses.

Ao abrigo dessa consulta, o instituto dava apenas quatro dias úteis aos operadores para reunirem os meios necessários e tê-los prontos a funcionar em menos de um mês, no dia 1 de julho. Segundo o Público, que avançou a notícia, nessa altura já se adivinhava que a Gulf Med — a empresa maltesa que venceu em março o concurso público internacional para assumir a operação, apesar de não ter helicópteros nem pilotos — não iria ser capaz de ter a operação montada na data programada. Ler mais

Matrículas para 10.º e 12.º anos já arrancaram: prazo decorre até 22 de julho

 

As matrículas para os alunos que no próximo ano letivo vão frequentar o 10.º ou o 12.º anos arrancam esta terça-feira e decorrem até 22 de julho.

O calendário insere-se no processo de matrículas para o ano letivo 2025/2026 e abrange alunos de escolas públicas (agrupadas e não agrupadas), estabelecimentos de ensino privado com contratos de associação, escolas profissionais financiadas pelo Estado e outras instituições de educação e formação.

De acordo com o Ministério da Educação, é fundamental cumprir os prazos definidos, sob pena de se perder a possibilidade de conseguir vaga na escola desejada.

"Caso a matrícula não seja feita dentro do prazo, os encarregados de educação deverão dirigir-se aos serviços administrativos do agrupamento de escolas da área de residência, para que o pedido de matrícula possa ser processado", alerta a tutela. Ler mais

 

Entre trancos e barrancos… a moeda com curso legal nem para comprar uma côdea de pão já serve?


A cena impressionou-nos. E obrigou a uma reacção. Mas o Banco de Portugal a todos aquieta: não há cartão, não há pão, e com um molho de moedas de “tostão”, em Lisboa, nem pão nem broa…

E tornamos a contar a ‘estória’ que é autêntica porque passada na nossa presença:

Um jovem, que aparentava ser aluno do ensino básico, abeirou-se da “Gleba”, Moagem e Padaria, com estabelecimento aberto no Centro Comercial Vasco da Gama, à Expo. Pediu dois pães para a sua merenda. Rapou de uma moeda de dois euros. Recusa absoluta. E apontaram-lhe um aviso em que se diz que em pagamento só se aceita cartão. Mas eu não tenho cartão. “Os teus pais que te arranjem um”!

Pretendemos tirar uma fotografia ao cartaz e ao espaço e o moço que ali servia, na altura, todo se encrespou: que aquilo era um lugar privado, que era vedado fotografar… Que “aquilo” era um lugar privado!

O Banco de Portugal não age? Pelos vistos, não!

E tem instrumentos legais para o fazer?

Pelos vistos, sim!

Porque não o faz?

Porque diz que não há norma expressa com uma efectiva sanção para a recusa.

Se os notificar a que afeiçoem a conduta ao Regulamento Europeu de 1998, que é imperativo, e o não fizerem, não cometem crime de desobediência?

Decerto que sim.

Se considerar, como é de lei, que é de uma cláusula absolutamente proibida, a que consta de tais cartazes e letreiros, como parte do contrato de adesão, que se trata, não advirão daí consequências?

Decerto que sim.

Então qual a razão por que o Banco de Portugal se remete ao silêncio?

O Banco de Portugal não tem competência para o efeito?

Tem de todo! O Banco de Portugal é o garante da moeda com curso legal.

E não age?

Não!

E as pessoas têm de obedecer aos caprichos da Gleba para aceder a um naco de pão?

É a Lei da Gleba que se sobrepõe à Lei do Povo (Europeu) do Euro?

Parece que sim.

E isso é conforme com os ditames do Estado de Direito? De todo que não!

E não há um escândalo? Uma revolta? Uma manifestação dos sem-pão contra o cartão e em favor da moeda legal?

Não!

Porquê?

Porque “o povo é sereno”, como com toda a tranquilidade o dizia o luandense Pinheiro de Azevedo!

E em todo este processo: quem não tem cartão nem ao pão tem acesso!

Eis, pois, a regra: “sem cartão não há cá pão”|

“Habituem-se”!

 

Mário Frota

presidente emérito da apDC – DIREITO DO CONSUMO - Portugal

Quer reduzir os seus custos energéticos? Saiba quais os apoios para energias renováveis em Portugal

 

Se anda à procura de formas de reduzir os custos energéticos e tornar o seu dia a dia mais sustentável, os apoios para energias renováveis em Portugal são uma ótima oportunidade.

Desde melhorar a eficiência da sua casa até trocar para um veículo elétrico, o Fundo Ambiental 2025 traz novidades e continuações de programas de sucesso para ajudá-lo a dar o próximo passo. Neste artigo do ‘ComparaJá’, vamos explorar o que está disponível e como se pode candidatar.

O que é o Fundo Ambiental?

O Fundo Ambiental concentra os recursos dos fundos existentes – Fundo Português de Carbono, Fundo de Intervenção Ambiental, Fundo de Proteção dos Recursos Hídricos, e Fundo para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade, entre outros – de modo a obter um instrumento com maior capacidade financeira e com maior adaptabilidade aos desafios colocados, em prol de uma maior eficácia da política ambiental. Ler mais

Barragens portuguesas em “risco” mas “preparadas”, diz ex-bastonário dos Engenheiros. Que zonas correm maior risco de cheias?

  As descargas em Espanha, conjugadas com as bacias nacionais, podem fazer o caudal dos rios transbordar e alagar zonas ribeirinhas. Saben...