quarta-feira, 25 de junho de 2025

A partir de hoje é proibido vender álcool na rua no Porto entre as 21:00 e as 08:00

 

A Associação de Bares e Discotecas da Movida do Porto admitiu que as novas regras podem ajudar a combater o fenómeno do "botellon", mas não o resolve.

As novas regras do regulamento da Movida do Porto entram esta quarta-feira em vigor, passando a ser proibida a venda de álcool para consumo na via pública entre as 21:00 e as 08:00, em toda a cidade.

A terceira alteração ao regulamento, que entrou em vigor em 01 de março de 2023, contempla ainda o alargamento da chamada zona de contenção, que vai abranger praticamente toda a baixa do Porto.

Nesta zona, a venda de bebidas alcoólicas após as 21:00 só é autorizada em cafés, bares, restaurantes e discotecas. De fora ficam estabelecimentos como supermercados, lojas de conveniência, de souvenirs ou garrafeiras. Ler mais

 

Mais de 500 mortes atribuídas a fontes de água contaminada e falta de higiene em 2023

 

As mortes atribuídas a fontes de água contaminada e falta de higiene têm vindo a aumentar em Portugal, tendo sido registados 518 óbitos em 2023, segundo dados do INE divulgados pelo Jornal de Notícias (JN) de hoje.

As mortes atribuídas a fontes de água contaminada e falta de higiene têm vindo a aumentar em Portugal, tendo sido registados 518 óbitos em 2023, segundo dados do INE divulgados pelo Jornal de Notícias (JN) de hoje.

O jornal cita na sua edição de hoje dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) que apontam para um novo máximo de 518 mortes em 2023, alavancando a taxa de mortalidade para 4,9 óbitos por 100 mil habitantes, o valor mais alto, desde pelo menos 2010, quando estava nos 1,1.

Em 2022 foram registadas 472 mortes (4,5%), em 2021 foram 398 (3,8%)e em 2020 foram 413 (4%). Ler mais

 

Imprensa Escrita - 25-6-2025





 

Economia de A a Z - Rádio Valor Local


 Neste programa as medidas do governo que podem fazer toda a diferença nos nossos bolsos já em 2025 (...)

Itália retira apoio à lei anti-greenwashing da UE

A medida representa mais um golpe para a directiva relativa às alegações verdes, que já está sob pressão da Comissão.


A Itália retirou seu apoio a um projecto de lei da UE para combater o greenwashing, desferindo outro golpe na legislação sitiada.

A Comissão Europeia já ameaçou retirar a diretiva Green Claims, a menos que os negociadores do Conselho da UE e do Parlamento Europeu isentem as microempresas de seu escopo.

Mas, de acordo com três diplomatas, no fim de semana a Itália também retirou o mandato que havia dado à presidência polonesa do Conselho para negociar em seu nome, colocando o futuro da lei em risco ainda maior.

Um diplomata da UE disse que "a Itália apoia a intenção da Comissão de retirar a proposta de Diretiva sobre Alegações Verdes. Esta é uma proposta que a Itália nunca apoiou."

Um spoksperson italiano não respondeu aos pedidos de comentários.

Uma rodada final de negociações deveria ocorrer no Parlamento Europeu em Bruxelas hoje, mas a Polônia as cancelou, com um diplomata dizendo: "Há muitas dúvidas e precisamos de clareza da [Comissão Europeia] sobre suas intenções".

Um alto funcionário da Comissão disse ao boletim informativo The Capitals que o executivo estava disposto a reconsiderar sua intenção de retirar o projeto de lei, com a condição de que 30 milhões de microempresas da UE fossem isentas de seu escopo como parte do novo esforço da UE para reduzir a burocracia.

Na segunda-feira, a porta-voz da Comissão, Paula Pinho, "saudou a oportunidade de esclarecer" e repetiu a ameaça da Comissão de retirar a lei. 

Pinho especificou que a ameaça de retirada foi desencadeada por uma emenda do Conselho que estenderia o escopo da lei para cobrir cerca de 30 milhões de microempresas – cerca de 96% de todas as empresas da UE. 

"Esta emenda distorce a proposta da Comissão, impedindo a realização dos objectivos – ou seja, o apoio ao desenvolvimento de mercados verdes, evitando o fim da carga para as empresas menores", disse ela. Pinho reiterou que, a menos que os colegisladores retirem a emenda, a proposta será retirada. 

Quando pressionado sobre se a medida da Itália significava que a Comissão agiria mais cedo, Pinho se recusou a comentar as posições de cada Estado-membro. (...)

 

Mário Frota: “Reclamações- O Cúmulo das Inquietações”

Advertência: os n.ºs ora apresentados pela Direcção-Geral do Consumidor reportam-se exclusivamente a reclamações registadas em livro; nem aos balcões, nem por contactos à distância (telefone ou mensagens electrónicas) nem por quaisquer outros meios que não os constantes das duas versões do livro.

Em 2024, 444.815 registos nos livros de reclamações (255.048 em suporte papel e 189.767 no digital).

O ano passado houve 448.199 reclamações em suporte papel e no digital.

O maior número de reclamações cabe a comércio e serviços: 191.472.

De seguida, as comunicações: 101.359

Serviços de saúde: 34.643.

Serviços sob a alçada da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE): aumento de 10%.

Serviços públicos essenciais (de catálogo): as comunicações eletrónicas e os serviços postais os mais visados: 101.359 reclamações. Ler mais

terça-feira, 24 de junho de 2025

Atualização do Google Chrome deixará telemóveis Android antigos para trás

 

As novas funcionalidades contidas na próxima atualização do navegador de Internet não serão compatíveis com versões mais antigas do sistema operativo da Google.

Google lançou uma nova atualização para o Chrome e avisa que os utilizadores de telemóveis com versões mais antigas do sistema operativo Android deixarão de ter acesso a novas funcionalidades do navegador

Tal como se pode ler na página oficial de apoio ao cliente da Google, a versão Chrome 138 do navegador indica que os utilizadores com telemóveis equipados com o Android 8 e Android 9 serão deixados para trás.

Sublinhar que o Google Chrome continuará a funcionar nestes dispositivos, mas os equipamentos não terão acesso às novas funcionalidades que sejam lançadas em futuras atualizações.

“A Chrome 139 (com lançamento previsto para o dia 5 de agosto de 2025) é a primeira versão do Chrome que exigirá o Android 10.0 ou mais recente”, pode ler-se no comunicado da tecnológica de Mountain View. “Deves garantir que o teu dispositivo tem instalado o Android 10.0 ou mais recente para continuar a receber atualizações futuras do Chrome”.

 

Razão ao Supremo Tribunal ou à norma que conforma o real?

  O Supremo Tribunal de Justiça, pelo punho de Maria da Graça Trigo, negara em 2015 a uma consumidora a hipótese de substituição de um veí...