terça-feira, 24 de junho de 2025

Plásticos comuns que todos temos em casa estão ligados a milhares de mortes em todo o mundo por doenças cardíacas

Os produtos químicos sintéticos chamados ftalatos, encontrados em produtos de consumo como embalagens para armazenamento de alimentos, champôs, produtos de maquilhagem, perfumes e brinquedos infantis, podem ter contribuído para mais de 10% de toda a mortalidade global por doenças cardíacas em 2018 entre homens e mulheres de 55 a 64 anos, revela agora um novo estudo.

“Os ftalatos contribuem para a inflamação e inflamação sistémica nas artérias coronárias, o que pode acelerar doenças existentes e levar a eventos agudos, incluindo a morte”, começa por dizer o médico Leonardo Trasande, professor de pediatria e saúde populacional na Escola de Medicina Grossman da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, e um dos autores séniores desta nova investigação. Trasande também é diretor da Divisão de Pediatria Ambiental e do Centro de Investigação de Perigos Ambientais da Universidade de Nova Iorque Langone. Ler mais 

OMS vê progresso na luta contra o tabaco apesar da interferência da indústria

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou, esta segunda-feira, os progressos alcançados nos últimos 20 anos no combate ao tabagismo, mas alertou para a "crescente interferência" da indústria para neutralizar as políticas de controlo e prevenção.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou, esta segunda-feira, os progressos alcançados nos últimos 20 anos no combate ao tabagismo, mas alertou para a "crescente interferência" da indústria para neutralizar as políticas de controlo e prevenção.

A posição da OMS consta do relatório Epidemia Global do Tabaco de 2025, que concluiu que os avanços mais significativos resultaram das advertências para a saúde, por vezes muito gráficas, incluídas nos rótulos dos produtos ou em campanhas mediáticas, que tornam "os malefícios do tabaco impossíveis de ignorar". Ler mais

 

Temperaturas sobem a partir de quinta-feira e podem chegar aos 40 graus

 Lisboa, 24 jun 2025 (Lusa) -- As temperaturas vão subir gradualmente a partir de quinta-feira e até ao fim de semana na ordem dos 10 graus Celsius, prevendo-se em alguma regiões máximas de 40 graus, disse à Lusa a meteorologista Ângela Lourenço.

"Depois deste início da semana mais ameno e até com ocorrência de precipitação e trovoada em muitos locais do norte e centro, vamos ter uma mudança das condições meteorológicas", adiantou a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Hoje, 13 distritos estão com aviso amarelo devido à chuva e trovoadas.

De acordo com Ângela Lourenço, Portugal continental o tempo vai ser influenciado por um anticiclone que deverá posicionar-se a norte da Península Ibérica e de um vale depressionário que vem do Norte de África. Ler mais

 

Governo da República admite medidas para combustíveis se existirem subidas significativas e duradouras

 

O Governo acompanha a evolução do preço dos combustíveis, mas considera que para já os impactos "são largamente potenciais", não descartando tomar medidas se existirem agravamentos "simultaneamente muito significativos e duradouros", disse hoje o ministro da Presidência.

O Governo acompanha a evolução do preço dos combustíveis, mas considera que para já os impactos "são largamente potenciais", não descartando tomar medidas se existirem agravamentos "simultaneamente muito significativos e duradouros", disse hoje o ministro da Presidência.

Questionado pelos jornalistas sobre se o Governo pondera tomar medidas à luz da subida dos preços dos combustíveis, o ministro da Presidência referiu que "não houve nenhuma deliberação sobre esta matéria" no Conselho de Ministros de hoje, mas que a evolução da situação internacional foi discutida "em vários âmbitos". Ler mais

 

IMprensa Escrita - 24-6-2026






 

segunda-feira, 23 de junho de 2025

"Entramos num novo ciclo em que cada doente recebe o fármaco certo, à primeira, guiado pela convergência entre IA e genómica"

 

Em vez de um modelo que se adapta a todas as situações, a Medāna procura uma abordagem personalizada e baseada no risco individual. A empresa fundada pela israelita Tal Patalon fixou a atividade em Portugal e já tem processos em curso para testes da plataforma. 

A saúde é uma das áreas onde a aplicação da tecnologia de inteligência Artificial oferece mais potencial e não faltam casos onde já se demonstrou a capacidade de apoio ao diagnóstico e identificação de padrões para previsão e prevenção de riscos. É nesta área que a Medāna está a trabalhar, com uma plataforma agnóstica que é capaz de harmonizar fontes de dados díspares e permitir que algoritmos de IA operem sem barreiras entre instituições, com implementação em hospitais, seguradoras de saúde e empresas farmacêuticas de grande escala.

Tal Patalon, fundadora e CEO da empresa, explicou na conferência AWS GenAI for Health Summit, na Fundação Champalimaud, a visão que passa por substituir a lógica de uma "abordagem única" por uma mais personalizada e baseada nos riscos individuais. "Entramos num novo ciclo em que cada doente recebe o fármaco certo, à primeira, guiado pela convergência entre IA e genómica", destaca. Ler mais

 

Crédito à habitação deve contar com o custo do risco climático, defende estudo


 Segundo um estudo desenvolvido pela Geneva Associacion, a concessão de crédito à habitação deve ter em conta o preço dos seguros contra fenómenos meteorológicos severos.

A expansão de medidas locais de prevenção contra fenómenos meteorológicos aliado a reformas nos sistemas de avaliação imobiliária e de crédito – incluindo critérios de resiliência climática no processo de concessão de crédito, são dois patamares de ações para reduzir as perdas financeiras em caso de catástrofe climática.

Segundo um estudo desenvolvido pela Geneva Associacion Safeguarding Home Insurance: Reducing exposure and vulnerability to extreme weather”, os dois patamares afastarão os consumidores de comprar imóveis em áreas vulneráveis face ao risco climático. A redução é justificada pelo aumento da consciencialização para o risco e porque ficarão sem acesso ao crédito habitação se não tiverem capacidades de cobrir os preços cobertos pelas seguradoras para os riscos que enfrentam. Ler mais

Razão ao Supremo Tribunal ou à norma que conforma o real?

  O Supremo Tribunal de Justiça, pelo punho de Maria da Graça Trigo, negara em 2015 a uma consumidora a hipótese de substituição de um veí...