segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Mais de 200 pessoas despediram-se do último comboio que saiu do centro de Coimbra

Cerca de 15 minutos antes do último comboio, as pessoas já se concentravam na Estação Nova (também conhecida como Coimbra-A), algumas gritando palavras de ordem, como “É má solução encerrar a estação”, e empunhando algumas faixas contra o fim já há muito anunciado da ligação ferroviária ao centro da cidade, previsto no projeto do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), com autocarros elétricos articulados a circular em canal dedicado.

Por volta da meia-noite, chegou também à estação o presidente da Câmara de Coimbra, José Manuel Silva, apupado por alguns dos presentes, que fez questão de também ele fazer a última viagem a partir de Coimbra-A até Coimbra-B, acompanhado por vários elementos do seu executivo e membros da Metro Mondego, incluindo o seu presidente, João Marrana. Ler mais

Cuidado com o chá quente. Estudo mostra que aumenta até cinco vezes a probabilidade de ter cancro

Se fumar ou beber álcool de forma regular, ingerir chá demasiado quente aumenta até cinco vezes o risco de desenvolver cancro do esófago, alerta um estudo publicado no "Annals of Internal Medicine".

Não interessa se põe leite, açúcar ou adoçante no chá. O problema está na temperatura. Um estudo publicado no jornal "Annals of Internal Medicine" descobriu que ingerir esta bebida a temperaturas elevadas pode aumentar as hipóteses de ter cancro do esófago, especialmente quando esse hábito é combinado com o consumo regular de tabaco e álcool.

O estudo analisou dados de mais de 456 mil pessoas com idades entre os 30 e os 79 anos, da China, um dos países que mais chá consome em todo o mundo.

A investigação concluiu que consumir álcool regularmente, fumar tabaco e ingerir chá muito quente quintuplica o risco de desenvolver este tipo de tumor maligno. Ler mais

 

“Risco moderado” de amianto no Passeio Marítimo de Algés passa a “elevado” com diretiva europeia

Quatro amostras apresentaram resultados positivos quanto à presença de amianto branco (crisótilo) e azul (crocidolite), o mais perigoso.

Um estudo sobre a presença de amianto no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, após alertas da oposição camarária, concluiu existir “risco moderado” para utilizadores da zona, que uma nova diretiva europeia transformará em “risco elevado”, avança a agência Lusa.

“Neste momento, tendo em conta o relatório de análises do ar efetuado e o valor-limite de exposição existente, podemos considerar que existe um risco moderado para todos os utilizadores do Passeio Marítimo de Algés”, lê-se no relatório final da empresa Amiacon – Consultores em Amianto. Ler mais

É seguro utilizar recipientes de plástico antigos para guardar os alimentos? Esclarecemos as suas dúvidas

 

Quando se trata de artigos de cozinha de baixo custo que podem resistir ao teste do tempo, os recipientes de plástico para armazenamento de alimentos têm muito que se lhe diga: no entanto, quanto tempo duram?

A longevidade e a segurança dos recipientes de armazenamento de alimentos dependem do tipo de plástico. Mas há uma maneira de avaliar a durabilidade e a segurança de um recipiente de plástico: vire o recipiente e verifique o código de reciclagem. Vai encontrar números entre 1 e 7: segundo Michael Tunick, químico investigador do Departamento de Gestão Alimentar e Hotelaria da Universidade Drexel (Estados Unidos), os números que pretende ver são 2, 4 ou 5.

O 2 representa “HDPE, ou polietileno de alta densidade, encontrado em artigos como garrafas de óleo alimentar e jarros de leite. É difícil de decompor e é considerado seguro”, explicou. Já o 4 significa “LDPE, ou polietileno de baixa densidade, encontrado em artigos como garrafas de plástico e sacos de pão, considerados seguros e reutilizáveis”. Por último, um 5, ou “PP, ou polipropileno, encontrado em sacos de batatas fritas e recipientes de iogurte e seguro para reutilização”. Além de serem seguros para alimentos, os recipientes com os números 2, 4 ou 5 são duráveis ​​o suficiente para serem lavados e reutilizados várias vezes. Ler mais

É muito mais fácil do que parece: sete sinais de que o seu telemóvel foi hackeado

 

Conforme os smartphones se tornam mais avançados, começamos efetivamente a transportar pequenas versões de nós mesmos nos nossos bolsos: desde fotos privadas a mensagens pessoais, diários e finanças, um hacker que entre num smartphone pode ganhar informações valiosas com consequências devastadoras.

Os ataques cibernéticos estão em constante expansão, sendo que o FBI já alertou os utilizadores da Apple e Android para não trocarem mensagens – em vez disso, optarem por serviços encriptados como o WhatsApp. De acordo com os britânicos do ‘Metro’, há sete sinais que devem ser observados que podem ser uma pista de que o seu dispositivo foi pirateado.

Em primeiro lugar, procure por problemas de bateria: se der conta que o seu telemóvel aquece ou fica sem energia mais rapidamente do que antes, isso é sinal que pode haver malware a correr em segundo plano sem que saiba. O malware também pode ser responsável pelo desempenho lento – por isso, se notar que o seu smartphone ‘rasteja’ como um caracol, é melhor verificar o que está instalado. Ler mais

É este o ciclo da máquina de lavar loiça que tem mesmo de evitar, segundo especialistas. Está a deitar dinheiro (e tempo) pelo cano

 

Lavar a loiça é uma tarefa que muitos tentam simplificar, mas pode estar a ser feita de forma incorreta. Um estudo recente da Which?, uma entidade de defesa do consumidor do Reino Unido, revelou que o ciclo rápido das máquinas de lavar loiça, frequentemente utilizado para poupar tempo, pode não ser tão eficiente como se pensa.

O ciclo rápido, apesar de prometer uma lavagem mais célere, traz desvantagens significativas. Segundo a Which?, este ciclo consome mais energia e água, e tem um desempenho inferior em termos de limpeza e secagem, quando comparado com os ciclos principais ou eco. “O tempo poupado com o ciclo rápido da máquina de lavar loiça tem um preço”, alertou a Which?. “Os nossos testes mostraram que os ciclos rápidos limpam e secam pior, usam mais energia e água, e acabam por custar mais do que os ciclos principais ou eco.” Ler mais

Olá IA, adeus número de telemóvel: Já conhece todas as mudanças que o WhatsApp tem para este ano?

 
A aplicação de mensagens WhatsApp, propriedade da Meta, continua a apostar em inovações para reforçar a sua posição como líder mundial no setor, com quase 3 mil milhões de utilizadores registados. Após um 2024 marcado por diversas melhorias e atualizações, o ano de 2025 promete trazer mudanças significativas à plataforma, com foco na privacidade, integração de inteligência artificial (IA) e personalização.

Nome de utilizador em vez de número de telefone
Uma das alterações mais aguardadas para este ano é a eliminação gradual da dependência de números de telefone para a criação e utilização de contas no WhatsApp. Atualmente, é obrigatório associar um número de telemóvel à conta, mas esta prática está a ser revista devido ao aumento da cibercriminalidade.

A solução proposta passa pela adoção de nomes de utilizador personalizados, semelhante ao que já acontece em redes sociais como Instagram e X (antigo Twitter). Esta funcionalidade começou a ser implementada de forma opcional em 2024, mas deverá tornar-se a norma em 2025. Ler mais

 

26 mil medicamentos ilegais apanhados nos aeroportos

  Operação Pangea XVIII levou à apreensão em Portugal de "26.525 unidades de medicamentos ilegais", para disfunção erétil e emag...