sexta-feira, 27 de setembro de 2024

"Necessidade de limitar uso de telemóveis no ensino básico é inequívoca"

 

O Governo recomendou que os telemóveis sejam proibidos nas escolas do 1.º e 2.º ciclos, até aos 12 anos. Em conversa com o Lifestyle ao Minuto, a presidente da Sociedade Portuguesa de Psicossomática, Patrícia Câmara, considera que restringir os 'smartphones' em contexto escolar pode ter benefícios, mas admite algumas reservas. 

"Entregar as crianças ao mundo digital sem nenhum adulto que as acompanhe no processo de descoberta e sem limitação temporal é oferecer uma espécie de chucha tóxica", defende Patrícia Câmara, presidente da Sociedade Portuguesa de Psicossomática, em entrevista ao Lifestyle ao Minuto, a propósito da recomendação feita pelo Governo às escolas para não permitirem o uso de telemóveis nos 1.º e 2.º ciclos, até aos 12 anos. Ler mais

Virtudes do virtual ...

Redes sociais associadas a ferimentos autoinfligidos em jovens

 A exposição de crianças e adolescentes às redes sociais está significativamente associada ao aumento do risco de comportamentos de automutilação, com gravidade ligeira a moderada, alerta um estudo hoje divulgado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP).

Uma equipa de investigadores examinou dezenas de estudos realizados em diferentes regiões do mundo, nomeadamente nos Estados Unidos da América, Reino Unido e China, e concluiu que as redes sociais estão associadas a ferimentos autoinfligidos, embora não se possa falar numa relação de causa-efeito.

 O estudo final foi publicado em abril e, em comunicado, a FMUP cita os autores, segundo os quais "tem-se assistido a um aumento dos casos de crianças e adolescentes que infligem danos a si próprios de forma intencional, através, por exemplo, de cortes, arranhões ou pancadas, habitualmente em zonas do corpo acessíveis e fáceis de esconder, como pulsos, braços, barriga e pernas". Ler mais

DO DR. RODRIGO SALGUEIRO, DE AVEIRO, RECEBEU O NETCONSUMO ESTA INFORMAÇÃO:

Mudámos a pensar em si. 

 

“Estou convicto de que esta mudança de instalações  representa mais uma machadada nos interesses dos clientes/utentes do balcão da Caixa Geral de Depósitos em Vagos. Depois de  a administração do banco ter decidido ao longo dos anos dificultar a vida dos depositantes, tentativa de erradicação das conta caderneta, entre muitas outras, agora decerto que se estão a preparar para subtraírem mais uma série de serviços/ apoio, que os funcionário da C.G.D. sempre puderam prestar sobretudo à população mais idosa e menos letrada.

 Julgo que está mais do que na hora de constituirmos um movimento cívico nacional de protesto, pois a Caixa Geral de Depósitos, não é nem nunca foi um simples banco.

 Seria importante apelar-se à iniciativa dos cidadãos de Portugal e no caso de Vagos, de forma a podermos inverter este processo  de afastamento do depositante relativamente ao banco, do depositante relativamente aos funcionários do banco, enfim a substituição do homem pela máquina.

 Um bem haja a todos aqueles que prestaram serviço no balcão de Vagos da Caixa Geral de Depósitos de Vagos( alguns que já partiram, mas que não esquecemos), nos quais os utentes viam um amigo, alguém que estava ali para ajudar, e que de facto puderam ajudar uma população que se vê desprezada e mesmo abandonada.

Em nome de todos os funcionários que passaram por este balcão, em nome  da população de Vagos, julgo que é urgente insurgirmo-nos contra esta política de afastamento da instituição relativamente ao depositante.

 VAMOS CRIAR UM MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA CONTRA  ESTA POLÍTICA DE "DESPESSOALIZAÇÃO" DO BANCO.

 Em todo o caso um abraço para os resistentes.

 Com votos de que o futuro do novo balcão não seja de todo risonho,

 

Rodrigo M. Salgueiro

 

 

Agência Vagos: Conheça os serviços que tem ao seu dispor

 

Mudámos a pensar em si.

 

Estimado Rodrigo Carvalho,

 

Venha conhecer a sua nova Agência.

Com o compromisso de lhe prestarmos um serviço mais conveniente e acessível modernizámos a
Agência em Vagos, que se encontra à sua disposição para que possa tratar da sua vida financeira, subscrever produtos e serviços ou efetuar operações para a gestão do dia a dia.

Tem à sua disposição nesta Agência 24 horas por dia, equipamentos que lhe permitem realizar Consultas, Levantamentos de dinheiro, efetuar Depósitos e Pagamentos de Serviços, bem como muitas mais operações.

 

Destacamos as novas VTM (Virtual Teller Machine) que possibilitam a realização de levantamentos e depósitos de notas e moedas, com valor superior ao limite usual da rede Multibanco (ATM).

Nas novas máquinas automáticas VTM, poderá também atualizar os seus dados de Cliente com o Cartão de Cidadão.

 

Agência Vagos

Rua António Carlos Vidal, n.º 14-G, Vagos,
3840-411 Vagos

De 2ª a 6ª feira, das 08h30 às 15h00 (encerrada entre as 12h30 e as 13h30).

 

Esta Agência só presta serviço de tesouraria através de equipamentos automáticos.

Recordamos que pode continuar a contactar-nos através dos canais habituais: 

 

Caixadirecta: App ou pelo website. Se ainda não tem Caixadirecta, saiba como aderir no site da Caixa;

 

Telefone: Pelo 217 9‌00 790 (chamada para a rede fixa nacional), disponível 24 horas por dia, todos os dias do ano;

Agência: Em qualquer Agência da Caixa. Conheça a Rede de Agências e o horário de funcionamento, no site da Caixa. 

 

Certos de que continuaremos a contar com a sua preferência, apresentamos os nossos cumprimentos.

 

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Diário de 27-9-2024

 


Diário da República n.º 188/2024, Série I de 2024-09-27

NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

Entrada em vigor do Acordo entre a República Portuguesa e a República da Colômbia sobre o Reconhecimento Mútuo de Títulos de Condução.

FINANÇAS

Regulamenta as competências comportamentais de natureza transversal dos trabalhadores integrados em carreiras com graus de complexidade funcional 1, 2 e 3 e das competências específicas dos titulares dos cargos de direção intermédia, a que se refere o n.º 6 do artigo 36.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de dezembro.

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA - PRESIDÊNCIA DO GOVERNO

Aprova a orgânica da Secretaria Regional de Saúde e Proteção Civil.

da água nos municípios. Apenas aos “fornecedores”

 


O regulador da água irá retomar a responsabilidade de aprovação das tarifas da água mas apenas para os serviços de captação e armazenamento, excluindo a distribuição, que está nas mãos dos municípios.

A Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) vai retomar as competências originais (que estiveram em vigor até 2020) quanto à definição de preços da água, tal como o Governo anunciou em agosto. Isso significa, esclarece a presidente, que terá o poder de aprovar as tarifas das entidades que gerem a captação e armazenamento — essencialmente, do grupo Águas de Portugal –, mas não inclui as tarifas dos municípios. Fica nas mãos das autarquias (ou nas das concessionárias que contratam) a distribuição da água.

De acordo com a presidente do regulador, Vera Eiró, “a ERSAR passa a determinar a tarifa em alta no abastecimento de água, não é a tarifa municipal”, sendo o serviço de abastecimento de água maioritariamente controlado pelo grupo Águas de Portugal. A Associação de Municípios Portugueses (ANMP) tinha declarado “repúdio” quanto à hipótese de ser a entidade reguladora a definir os preços para os serviços de distribuição, considerando que isso violaria “a autonomia do poder local”. Ler mais

Regulador da água investiga faturas com grandes acertos no Seixal

 


Regulador investiga reclamações junto da Câmara Municipal do Seixal, que gere a água no município. O ECO teve acesso a uma fatura que disparou de 110 euros mensais para os 2300 euros.

A Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR) afirma que está a investigar quais os motivos para vários residentes do Seixal terem reportado faturas com valores acima do habitual.

João Martins, nome fictício, residente no Seixal, mudou de casa em setembro de 2022, e a primeira leitura que a Câmara fez foi em maio de 2023. Até essa data, tinha pago cerca de 15 euros mensais, pelo que em maio foi confrontado com um acerto de 500 euros, os quais pagou. A partir desse momento, passou a receber faturas com uma estimativa de 110 euros mensais, e não voltou a ter uma leitura presencial. Em agosto, chegou uma surpresa: uma fatura de 2300 euros, à qual o Eco teve acesso. “Não percebemos”, queixa-se o munícipe. Ler mais

26 mil medicamentos ilegais apanhados nos aeroportos

  Operação Pangea XVIII levou à apreensão em Portugal de "26.525 unidades de medicamentos ilegais", para disfunção erétil e emag...