quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024
Plataforma (Associação) Denária
Lançamento da Plataforma (Associação) Denária, Defensora da manutenção do pagamento em numerário, em Lisboa, a 22 de Fevereiro em curso, que ocorreu em Lisboa aquando da sua presentação Denária Portugal?
Portugueses registaram mais de 47 mil queixas contra o setor público nos últimos cinco anos: saiba quais os organismos mais reclamados
Entre 2019 e 2024, os portugueses apresentaram quase 47 mil reclamações dirigidas aos serviços públicos e ao Governo, indica esta quinta-feira um relatório do ‘Portal da Queixa’.
Foi nos anos 2020 e 2023 que se registou o maior volume de queixas, a ultrapassar as 9 e 10 mil, respetivamente. No período analisado, o setor público recebeu uma média de 25 reclamações por dia. O Governo é a única categoria que regista um crescimento anual consecutivo das queixas.
Às portas das eleições legislativas e com o objetivo de avaliar a
satisfação dos portugueses face à performance dos serviços prestados
pelo Estado, o ‘Portal da Queixa’ analisou as reclamações dos
consumidores dirigidas ao setor público em Portugal, entre 2019 e o
início de 2024. Ler mais
Sete Unidades Locais de Saúde vão deixar de fazer cirurgias ao cancro da mama já a partir de abril
Cirurgias ao cancro da mama vão deixar de ser feitas em sete unidades locais de saúde (ULS) – algumas com mais de um hospital integrado – a partir de 1 de abril, indicou esta quinta-feira o jornal ‘Público’. “Deve restringir-se o tratamento cirúrgico do cancro da mama a instituições que realizem pelo menos cem cirurgias por ano e tenham pelo menos dois cirurgiões dedicados”, deliberou a Direção Executiva do SNS.
O objetivo, esclareceu o organismo liderado por Fernando Araújo, é
garantir que estas intervenções passem a ser feitas num conjunto mais
restrito de hospitais que tenham “um volume mínimo de atividade que
confira experiência, qualidade e segurança às intervenções, de forma a
trazer equidade às utentes nas várias regiões do país”. Ler mais
Comissão congratula-se com acordo político sobre o Regulamento Inteligência Artificial*
Comissão congratula-se com o acordo político alcançado entre o Parlamento Europeu e o Conselho sobre o Regulamento Inteligência Artificial, que havia proposto em abril de 2021.
A este respeito, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou: «A inteligência artificial já afeta as nossas vidas e estamos apenas no início. Utilizada de forma sensata e generalizada, a IA promete enormes benefícios para a nossa economia e a nossa sociedade. Acolho por isso com muito agrado o acordo político alcançado hoje pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho sobre o Regulamento Inteligência Artificial da UE, que constitui o primeiro quadro jurídico abrangente relativo à inteligência artificial em todo o mundo. Trata-se de um momento histórico. O Regulamento Inteligência Artificial transporta os valores europeus para uma nova era. Ao centrar a regulamentação nos riscos identificáveis, o acordo de hoje promoverá a inovação responsável na Europa. Ao garantir a segurança e os direitos fundamentais das pessoas e das empresas, apoiará o desenvolvimento, a implantação e a adoção de uma IA fiável na UE. O nosso Regulamento Inteligência Artificial contribuirá de forma considerável para o desenvolvimento de regras e princípios globais com vista a uma IA antropocêntrica.» Ler mais
A UE aprova a primeira lei sobre inteligência artificial do mundo: o que significa?
O logótipo da OpenAI é apresentado num telemóvel sobre uma imagem gerada pela ferramenta Dall-E do ChatGPT, que cria imagens a partir de texto.
A União Europeia assinala um marco histórico ao acordar o primeiro regulamento global sobre inteligência artificial (IA), um processo legislativo que ainda não está concluído mas que marca já um antes e um depois no tratamento desta tecnologia. Ler mais
Arrendar uma casa em Cascais já custa, em média, mais de 3.000 euros por mês

Portugal atravessa atualmente uma grave crise na habitação, e os
números cada vez mais revelam a discrepância entre o poder de compra dos
portugueses e do valor das casas para arrendamento.
De acordo com o barómetro relativo à evolução dos preços médios anunciados de arrendamento e venda, em Lisboa, do Imovirtual, em fevereiro de 2023, em comparação com o período homólogo do ano anterior, no que respeita aos imóveis para arrendar, verifica-se um aumento na renda média de 37%, estando 350 euros mais caro.
Apesar de se verificar uma ligeira estabilização dos valores médios,
em fevereiro houve um aumento (+8%), fixando-se agora em 1.300 euros,
comparado com o mês passado. Ler mais
Diretores escolares defendem suspensão de aulas devido à onda de calor
Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades (SPLIU) também quer fim das atividades letivas e reagend...
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