terça-feira, 29 de agosto de 2023

Governo vai aumentar subsídio de alojamento para universitários


 Executivo vai aumentar o subsídio de alojamento destinado aos alunos bolseiros do Ensino Superior. O aumento pode chegar aos 10%, admite a ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. 

O Governo prepara-se para voltar a aumentar o subsídio de alojamento destinado aos alunos bolseiros do Ensino Superior. Em entrevista à RTP3, a ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior diz que o valor concreto ainda está a ser decido, mas admite que pode chegar aos 10%.

“Um aluno bolseiro que não tenha quarto numa residência pode ter um quarto numa outra residência a título privado”, explicou Elvira Fortunato, sublinhando que a comparticipação do Estado varia consoante a cidade em que o estudante está colocado. Por exemplo, “em Lisboa é de 336 euros”, mas, “face aos problemas que estão ainda a surgir”, o Executivo decidiu “aumentar este valor e estamos neste momento a equacionar a percentagem do aumento relativamente a este valor”, elencou. Ler mais

 

Imprensa Escrita - 29-8-2023

 






"Da nado-morta Comissão das Cláusulas Abusivas aos abusos na aplicação da Lei da Compra e Venda dos Bens de Consumo"


RÁDIO VALOR LOCAL - Direto ao Consumo

 


RÁDIO VALOR LOCAL

DIRE©TO AO CONSUMO

‘INFORMAR PARA PREVENIR’

 

‘PREVENIR PARA NÃO REMEDIAR’

PROGRAMA

06 de Setembro de 23

 

RVL

Na semana que passou o Professor tomou posição acerca da falta de cumprimento da lei no que toca ao acesso à justiça colectiva, às acções colectivas, quer se trate de acções populares, quer de acções inibitórias, como as que vigoram em território nacional.

Quer abordar directamente a questão perante os nossos ouvintes?

MF

Há dois temas interligados: um é exactamente o de uma omissão legislativa, como tantas outras, no que toca a uma lei que está por publicar e já lá vão vinte anos.

Eis a posição por nós assumida a esse propósito:

Lei de 2004 (a Lei n.º 34/2004), em obediência a uma Directiva do Conselho de  27 de Janeiro de 2003 (a Directiva CE n.º 2003/8) que contempla “regras mínimas comuns relativas à assistência judiciária e ao apoio judiciário em matéria civil, comercial e de consumo”, prescrevia numa das suas disposições (n.º  3 do seu artigo 6.º ) o que segue:

“1 - A protecção jurídica reveste as modalidades de consulta jurídica e de apoio judiciário.

2 - A protecção jurídica é concedida para questões ou causas judiciais concretas ou susceptíveis de concretização em que o utente tenha um interesse próprio e que versem sobre direitos directamente lesados ou ameaçados de lesão.

3 - Lei própria regulará os sistemas destinados à tutela dos interesses colectivos ou difusos e dos direitos só indirecta ou reflexamente lesados ou ameaçados de lesão.

4 - No caso de litígio transfronteiriço, em que os tribunais competentes pertençam a outro Estado da União Europeia, a protecção jurídica abrange ainda o apoio pré-contencioso e os encargos específicos decorrentes do carácter transfronteiriço do litígio, em termos a definir por lei.”

“Lei própria regulará os sistemas destinados à tutela dos interesses colectivos ou difusos e dos direitos só indirecta ou reflexamente lesados ou ameaçados de lesão.”

Volvidos 20 anos, a regra diluiu-se no tinteiro e jamais viu a luz do dia.

A tutela dos interesses colectivos ou difusos (com maior propriedade a tutela dos direitos colectivos “lato sensu”), a saber, os interesses e direitos individuais homogéneos, os colectivos “stricto sensu” e os difusos protraiu-se para as calendas e jamais se legislou nesse particular.

Como, aliás, sucedeu com a acção inibitória, em geral, que instituída na Lei-Quadro de Defesa do Consumidor em 31 de Julho de 1996, jamais se regulamentou, conquanto a própria lei o exigisse (e já lá vão 27 anos…)!

Convém indagar do Ministério da Justiça o que se lhe oferece dizer a tal propósito. Sem olvidar o Ministério da pretensa política de Consumidores (o MPPC, que é o da Economia e do Mar.

Já o escrevemos, in “Das Acções Colectivas em Portugal (DGC, Dezembro de 2006):

“No domínio da acção popular, há como que – sem as formalidades exigidas noutros ordenamentos – uma conta especial, para que reverterão os valores relativos a direitos prescritos.

No n.º 5 do artigo 22.º da LAP – no capítulo da responsabilidade civil e penal – se estabelece:

“os montantes correspondentes a direitos prescritos serão entregues ao Ministério da Justiça que os escriturará em conta especial e os afectará ao pagamento da procuradoria…, e ao apoio no acesso ao direitos e aos tribunais de titulares de direito da acção popular que justificadamente o requeiram.”.

Não se trata de um verdadeiro fundo de direito colectivos que se destine a acudir a estritas necessidades das entidades que revelam da sociedade civil e se envolvam na persecução dos objectivos imbricados no escopo, em particular, das associações de consumidores (ou do ambiente ou do património histórico-cultural).

E curial será se constitua – de jure condendo – um fundo com características análogas às que se impõem no direito comparado.”

O facto é que os Fundos-abutres vêm invadindo o mercado sem que surja regulamentação que discipline a indisciplina reinante! Ler mais

Câmaras nos carros da Polícia vão multar estacionamento abusivo de forma automática


Controlo de velocidade em outubro. Aparelhos para fotografar no tejadilho das viaturas. Mais de 10 mil reboques só neste ano.  

Começam a funcionar em outubro, no Porto, dois radares móveis ao serviço da Polícia Municipal. Serão usados, alternadamente, nas ruas da cidade onde se registar uma maior velocidade de circulação. Um será de tripé, mas noutras artérias mais estreitas, características da Baixa do Porto e onde é mais difícil a instalação do aparelho, os agentes vão recorrer a uma pistola de medição de velocidade. Estes não são, contudo, os únicos equipamentos novos a caminho da Polícia: perante os 10 mil carros rebocados este ano (já mais de metade do número registado em todo o ano passado), por causa do estacionamento indevido e muitas vezes abusivo verificado por aquela autoridade, o município prepara-se para lançar um concurso público para compra de câmaras a instalar nos tejadilhos de pelo menos dois carros de serviço. Acesso pago


segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Quase 6 mil estudantes colocados na 1ª fase do concurso de acesso ao Ensino Superior têm bolsa atribuída

 

Quase seis mil estudantes na primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior vão receber bolsa de estudo, informou hoje o Governo, referindo que as bolsas serão pagas em setembro.

Em comunicado, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior refere que 5.862 estudantes colocados na primeira fase do concurso, cujos resultados foram divulgados no domingo, já foram informados de que irão receber bolsa durante o ano letivo 2023/2024.

O apoio, atribuído a estudantes beneficiários de abono de família até ao terceiro escalão, será pago em setembro.

"Este ano, pela primeira vez, foram antecipadas as decisões dos requerimentos de bolsas de estudo para a fase de colocação dos candidatos ao ensino superior. Esta medida antecipa, de forma muito relevante, a atribuição e o pagamento de bolsas de estudo", escreve a tutela. Ler mais

Café, açúcar, sal, água e mais 50 produtos aumentam de preço mais em Portugal do que na UE. Alguns chegam a disparar mais de 50%

 

Mesmo com o abrandar da inflação, os preços de muitos produtos continua a aumenta, em Portugal e no resto da Europa mas, em alguns bens de consumo, produtos e serviços, o aumento anual de preços foi bem acima da média registada na zona euro.

De acordo com uma análise da CNN Portugal, com base em dados do Eurostat, de um total de 166 bens e serviços observados, um terço (54) tinha aumentado mais no nosso País do que a média da UE.

Os aumentos chegam a ser de mais de 50%, como é o caso do açúcar: em julho, o preço em Portugal era 60% mais do que no mesmo mês do ano passado. O aumento é de 50,6% no conjunto dos países da zona euro. Ler mais

Próximos dias vão ser mesmo muito difíceis. Não deve ignorar este aviso

  Risco de incêndio rural será muito elevado nos próximos dias e toda a ajuda pode fazer a diferença para evitar males maiores. A GNR conta ...