segunda-feira, 17 de julho de 2023

UE deve aumentar produção de antibióticos e monitorizar mercado

 A União Europeia (UE) deve aumentar a produção de antibióticos e monitorizar a procura e a oferta no mercado, de modo a evitar a escassez destes medicamentos nos próximos outono e inverno, segundo recomendações de peritos.

O aumento da produção de antibióticos essenciais é uma das ações recomendadas, considerando a EMA e a Autoridade de Preparação e Resposta a Emergências Sanitárias (HERA), que “uma ação precoce antes da época de outono e inverno deverá dar aos fabricantes tempo suficiente para garantir que têm capacidade de produção suficiente para satisfazer a procura”.

Por outro lado, deve continuar a monitorização – pela EMA, a Comissão Europeia e as autoridades dos Estados-membros – da oferta e da procura no mercado, em cooperação com as empresas, não devendo ser feito armazenamento de antibióticos.

As recomendações incluem ainda um alerta ao público, para o uso prudente de antibióticos, de acordo com as recomendações médicas.

A Comissão Europeia e a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) recomendaram hoje as ações destinadas a evitar a escassez de antibióticos essenciais utilizados no tratamento de infeções respiratórias para os doentes europeus no próximo inverno.

RE/MAX junta-se à empresa que gere o património imobiliário do Estado para dinamizar o pacote “Mais Habitação”

 

A RE/MAX Portugal foi escolhida para uma parceria com a ESTAMO, empresa que gere o património imobiliário do Estado, na execução do programa “arrendar para subarrendar”, medida que figura no pacote “Mais Habitação” e que visa ajudar as famílias com dificuldades a aceder a arrendamento.

Numa primeira fase, o papel da RE/MAX centrou-se em ajudar no estudo do projeto e, numa segunda fase, em curso, a trabalhar no sentido de encontrar proprietários que estejam interessados em apresentar candidatura.

O programa “arrendar para subarrendar” consiste em encontrar proprietários que arrendem ao Estado os seus imóveis que, por sua vez, subarrendá-los-á, a um preço inferior (taxa de esforço máxima de 35%) a famílias com dificuldades em aceder ao arrendamento e que apresentem as suas candidaturas. A diferença desse valor vai ser o investimento do Estado no programa. Ler mais

MB Way atinge marca dos 5 milhões de utilizadores em Portugal

 

O MB Way atingiu a marca de 5 milhões de portugueses que utilizam diariamente este serviço para fazer as suas operações. O serviço de pagamentos alcançou um crescimento expressivo e é atualmente o método preferido nas compras online por consumidores e comerciantes.

No mês de maio foram realizadas quase 48 milhões de operações por MB Way, o que significa que, em média, cada utilizador realiza cerca de 10 operações por mês com recurso a este serviço.

Já as compras online registaram um crescimento mensal de 14% face a abril de 2023, enquanto as compras em loja cresceram 13% num mês. Este crescimento foi de 89% e 80% respetivamente vs o mês homologo do ano anterior. Ler mais

Portugueses não se importam de variar entre marcas de fabricante e de distribuidores

 A inovação no lançamento de novos produtos e a comunicação fora das lojas são factores que os consumidores associam mais fortemente às marcas de fabricante (MDF) do que às marcas próprias dos distribuidores (MDD).

De acordo com dados do estudo realizado pela Marktest para a Centromarca – Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca, 40% dos portugueses indica que associa esses dois factores mais fortemente às marcas de fabricante do que às dos distribuidores. Essa percentagem é de 37% no que se refere à relação qualidade/preço.

Os dados indicam ainda que os consumidores nacionais vêem como semelhantes ambos os tipos de marcas, no que toca, por exemplo, à utilização de embalagens amigas do ambiente e da responsabilidade social, com 82% e 81%, respectivamente. Já aqueles que associam preferencialmente as marcas de distribuidores ao factor preço atingem os 49%. Ler mais

Sustentabilidade perde força junto dos consumidores. Prioridade é a poupança

 

Se nos últimos anos a sustentabilidade parece ter tomado conta da forma como marcas e consumidores agem, a recente mudança económica voltou a virar o jogo. De acordo com dados da Paragon, partilhados pela Marketing Week, a importância que os consumidores dão ao preço subiu 5% em comparação com o início da pandemia, em 2020.

No que toca à sustentabilidade, a relevância que os clientes vêem neste parâmetro manteve-se igual desde antes da Covid-19, flutuando até um máximo de 1%. Contudo, denotam-se diferenças relativamente à idade, já que 4 em cada 10 daqueles entre os 18 e os 24 têm mais inclinação para fazer compras sustentáveis, enquanto apenas 24% dos indivíduos com mais de 65 anos apresenta esta preocupação.

As conclusões da análise feita também revelam menos ênfase dado a factores como a qualidade e a facilidade de compra, já que o mais importante é poupar dinheiro. Ler mais

Governo atribui mais 40 milhões para financiar redução dos preços dos transportes

 
Governo aprova nova transferência, de 40 milhões de euros, para o fundo ambiental financiar o programa de apoio à redução tarifária. AML e AM do Porto recebem 10 e 8,7 milhões, respetivamente.

O Governo aprovou a transferência de quase 40 milhões de euros para o Fundo Ambiental, para financiar o Programa de Apoio à Redução Tarifária (PART), de acordo com um despacho publicado esta segunda-feira no Diário da República.

O Executivo constata que “os efeitos e severidade da crise pandémica no sistema de mobilidade persistiram durante o quarto trimestre de 2022”. Tendo por base um apuramento feito pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, justifica-se o financiamento adicional de 39.158.250 euros, refere o diploma. Ler mais

Crédito ao consumo atinge recorde de 3,2 mil milhões


Famílias pediram 677 milhões de euros em empréstimos para o consumo em maio, mais 23% em relação a abril. Cinco primeiros meses registam valor recorde em dez anos.

O crédito aos consumidores continua a aumentar este ano, apesar da subida das taxas de juro. Os bancos e financeiras emprestaram quase 3,2 mil milhões de euros com a finalidade de consumo nos cinco primeiros meses do ano, o que representa o valor mais elevado desde, pelo menos, 2013, quando o Banco de Portugal começou a publicar os dados.

Trata-se de um aumento de 1% em relação ao mesmo período do ano passado, altura em que ainda se verificavam alguns constrangimentos por causa da pandemia e quando os agentes económicos se ajustavam à realidade da guerra na Ucrânia. Ler mais

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