terça-feira, 11 de julho de 2023

Imigrantes vulneráveis sem acesso gratuito aos serviços de saúde

 Pedidos de ajuda aos centros de apoio nacionais dispararam. Número provisório de utente perpetua-se e obriga a pagar cuidados pela tabela do SNS. Falta informação dos serviços.

Os imigrantes em situação irregular, oriundos de países asiáticos, sul-americanos ou africanos, sem acordos com Portugal no domínio da saúde, não têm acesso a assistência gratuita e a medicamentos comparticipados. Pobres, vulneráveis, com dificuldades de comunicação esbarram no preconceito, na falta de informação dos serviços e na morosidade dos processos de autorização de residência. Andam em bolandas num sistema que desconhecem, com um número provisório de utente que dura muito mais do que deveria e dá direito a quase nada. Os pedidos de ajuda relacionados com a saúde feitos aos centros de apoio ao imigrante e à linha telefónica do Alto Comissariado para as Migrações (ACM) dispararam em 2022 e já bateram recordes este ano. Acesso pago

Novas tabelas baixam reembolso. Salários de 800 a 900 euros podem vir a pagar IRS

 

Trabalhadores ou pensionistas que recebiam 150 a 300 euros vão ter de devolver 120 a 350 euros ao Fisco. 

As novas tabelas de IRS, que entraram em vigor este mês, vão dar a praticamente todos os trabalhadores por conta de outrem e pensionistas um maior ganho líquido mensal, por via da redução da retenção na fonte. Mas, como não há um efetivo alívio da carga fiscal, isto significa uma quebra no valor dos reembolsos ou mesmo a necessidade de devolver dinheiro ao Estado, na altura da liquidação do imposto, em 2024, relativamente aos rendimentos deste ano, segundo as simulações realizadas pela consultora Ilya para o JN/Dinheiro Vivo.

É, sobretudo, na faixa dos rendimentos mensais brutos entre 800 e 900 euros que se observa uma redução nos reembolsos ou a obrigação de entregar ao Fisco parte da liquidez que, mensalmente, os contribuintes vão beneficiar com o novo regime. Por exemplo, dois trabalhadores casados, com um filho maior de seis anos, que declaram, cada um, um salário bruto de 800 euros e que descontavam, em sede de IRS, 28 euros, vão deixar de descontar, o que dá uma subida total da liquidez de 56 euros. Mas, no próximo ano, este casal, em vez de receber um reembolso de 328,16 euros, terá de pagar 119,84 euros. Ler mais

 

Conar abre processo ético contra Wolkswagem por comercial que recriou Elis Regina com IA


 

Custo de vida? Governo diz que há 9 apoios em vigor. Saiba se tem direito

 

Executivo diz que "estão neste momento em vigor nove medidas de resposta ao aumento do custo de vida". Saiba tudo. 

O Governo adotou várias medidas para ajudar os cidadãos a lidar com o aumento de preços que se tem verificado nos últimos meses. Há, no total, nove apoios em vigor, de acordo com o Executivo, que vão desde o cabaz alimentar aos combustíveis.

"Estão neste momento em vigor nove medidas de resposta ao aumento do custo de vida: da redução do IVA num conjunto de alimentos básicos, aos apoios para ajudar a pagar a renda de casa, passando pelo controlo do preço dos combustíveis ou pelo aumento dos salários na Função Pública", diz o Governo, em comunicado. Ler mais

 

Seguro de saúde: Coberturas, exclusões e vantagens

 Vale a pena contratar um seguro de saúde? De acordo com as necessidades de cada um, a resposta acabará sempre por ser afirmativa. Mas, então, o que cobre, o que exclui, e quais as vantagens de subscrever este seguro? 

O que cobre um seguro de saúde? 

Um seguro de saúde tem como objetivo cobrir riscos associados à prestação de cuidados de saúde, mediante as coberturas que um cliente incluir. 

As coberturas podem ser acionadas através de um sistema de reembolso ao tomador do seguro que realize despesas com cuidados de saúde, ou através de um sistema de pagamento direto pela seguradora dos serviços de saúde. Também pode existir uma combinação dos dois sistemas. Ler mais

 

ACÇÃO COLECTIVA EUROPEIA: TRAÇOS ESENCIAIS, CONFRONTO COM A ACÇÃO POPULAR PÁTRIA

 


segunda-feira, 10 de julho de 2023

Crédito habitação com taxa fixa a 2 anos? Banco Montepio devolve spread


 Saiba como funciona a nova campanha. 

O Banco Montepio anunciou, esta segunda-feira, uma campanha a partir da qual devolve 100% do valor do spread nos contratos de crédito à habitação com taxa fixa a dois anos. 

"O Banco Montepio, por forma a mitigar os impactos da subida de indexantes de referência em contratos de crédito hipotecário, avança com uma nova solução de taxa fixa a 2 anos, para os contratos de crédito habitação, em que devolve ao cliente o valor do spread a 100%, durante esse período", pode ler-se num comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso. 

Na prática, "após a boa cobrança da prestação mensal, o cliente irá receber, na conta à ordem associada ao seu empréstimo, o valor correspondente ao spread contratado, durante os 2 anos de taxa fixa".

"Esta solução, em vigor a partir do mês de julho, pode ser conjugada com qualquer um dos indexantes Euribor disponíveis: Eur3M; Eur6M; Eur12M, e spread desde 0,8%, após os 2 anos. Esta oferta é cumulativa com a devolução de até 1,1%, do valor total do crédito contratado, em cartão Worten, e permite transferências de crédito habitação, com devolução de despesas", acrescenta o Banco Montepio.

 

O teu patrão pode proibir-te de beber água? O que a lei portuguesa diz mesmo

  Tornou-se viral no Reddit   o relato de alguém a descrever o primeiro dia de trabalho como operador de caixa num supermercado. A lista de ...