Vários profissionais que preferiram manter o anonimato denunciam que o tempo despendido em necessidades básicas é descontado da remuneração. Consideram que esta prática é insustentável e evidencia um modelo de trabalho marcado pela precariedade.
Os trabalhadores acusam a empresa de assentar a prestação de serviços num regime precário, caracterizado peça falta de autonomia, pela elevada pressão e pelo crescente desgaste físico e psicológico.
Segundo o Jornal de Notícias, além das pausas não remuneradas, os profissionais contestam também o vínculo laboral. Alegam que exercem funções como prestadores de serviços, através de recibos verdes, mas cumprem horários definidos pela empresa e estão sujeitos a uma organização do trabalho semelhante à de trabalhadores com contrato. Ler mais

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