Um estudo do BCE mostra que quem possui ativos digitais e quem paga com eles são dois grupos distintos de pessoas. O dinheiro físico vence em toda a linha em termos de confiança.
É um dos estudos mais recentes do Banco Central Europeu (BCE) sobre a coexistência entre criptoativos e dinheiro em numerário. Intitulado “Quem detém criptomoedas na zona Euro? Fatores que impulsionam a adoção de criptomoedas, o seu uso em pagamentos e a sua interação com o dinheiro fiduciário”, da autoria do economista do BCE Alejandro Zamora-Pérez, baseia-se no Inquérito aos Pagamentos de 2022 do BCE, que abrange cerca de 40.000 adultos em 17 países da área do euro.
As suas conclusões abrem um novo horizonte sobre o desenvolvimento e a utilização destes dois meios de pagamento. Ler mais

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