Vinte minutos. Bastaram 20 minutos para a operação de fiscalização da Divisão de Trânsito da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Lisboa deter pelo crime de especulação um taxista que saiu do aeroporto de Lisboa. Foi o primeiro da noite, mas teria companhia durante as horas seguintes numa ação que é efetuada com regularidade pelos agentes da PSP, que só têm de estacionar na zona de chegadas do aeroporto e observar o movimento de táxis e a forma como os motoristas saem do local a eles reservado, com taxímetro ligado ou tapado, por exemplo.
São estratégias que servem para enganar quem usa os seus serviços, principalmente os cidadãos estrangeiros, e que são lucrativas: há quem chegue a lucrar 500 euros por um dia de trabalho a transportar quem chega a Portugal. Na noite em que o DN acompanhou a operação havia uma novidade: a equipa da PSP utilizava um carro diferente do habitual. O que ajuda a não serem detetados. “Eles têm grupos de alerta. Hoje em dia a internet dá para tudo. Assim que fazemos a primeira abordagem, alertam logo no WhatsApp”, contou ao DN o chefe principal José Coelho. Ler mais

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