quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Associação Quercus quer lei que proíba toalhetes húmidos não biodegradáveis

 

Associação advoga que os toalhetes são responsáveis por entupimentos, danos nas infraestruturas de saneamento e tratamento de águas residuais e contribuem para a poluição marinha.

A associação ambientalista Quercus pede a proibição da venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis e que seja criado um selo "biodegradável", e enviou uma carta nesse sentido ao Governo e à Assembleia da República.

O pedido foi divulgado esta quarta-feira em comunicado pela associação, que além da proibição imediata dos toalhetes, usados por "quase 30%" da população do continente, apela a que seja proibida por lei a descarga no esgoto de todos os materiais que prejudicam o ambiente. Ler mais

Sem comentários:

Enviar um comentário

Companhia ferroviária alemã sofre ciberataque “de grande magnitude”

  A Deutsche Bahn "foi e continua exposta a ataques informáticos”, indica a empresa, antes de acrescentar que os ataques ocorrem ...