A campanha surge depois da PJ detetar casos de radicalização online em Portugal, aos quais os jovens estão mais vulneráveis. A PJ e o Governo alertam para as possíveis consequências da exposição a conteúdo de ódio
A Polícia Judiciária (PJ) lançou esta terça-feira a campanha “Ódio online, mata offline”, que visa combater a radicalização online de crianças e jovens. Durante a apresentação, o diretor nacional da PJ, Luís Neves, e a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, alertaram para o perigo e consequências dos extremismos e dos conteúdos de ódio através da internet.
A propósito da conferência "Prevenção da Radicalização Online de Crianças e Jovens", que decorreu esta terça-feira no edifício da PJ, em Lisboa, o diretor nacional da PJ sublinhou que a "radicalização é o processo de transformação pessoal de crianças e jovens que conduz ao extremismo violento". A PJ pretende que campanha percorra as redes sociais, através de vídeos, e conta com a participação de figuras da sociedade civil. Ler mais

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