terça-feira, 17 de outubro de 2023

Combate à pobreza vai ter um gestor para cada caso

 

Novo modelo de intervenção social arranca, em 2024, com projetos-piloto nas autarquias. Resposta integrada e personalizada, destaca ministra.

Promete ser uma mudança total de paradigma no combate à pobreza e na intervenção social como hoje a conhecemos. Com a resposta centralizada nas autarquias. Que, analisada a situação da pessoa em risco, atribui um gestor de caso, responsável por desenhar um plano de intervenção e por fazer a ponte com os vários organismos públicos que intervêm nesta área. Numa “resposta integrada e personalizada em função da pessoa”, que deixa assim de ter “que andar a bater em 200 portas”, diz ao JN a ministra da Solidariedade e Segurança Social. “É reformular toda a lógica de atendimento e intervenção social no país”, frisa Ana Mendes Godinho. Acesso pago

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