domingo, 7 de junho de 2026

Recusa de pagamentos em dinheiro acontece porque há um “vazio na lei”

 

O fim do dinheiro físico parece cada vez mais próximo, contudo, os eventos adversos que sofremos, como o apagão e as tempestades, mostraram-nos que este meio é o mais fiável. Com o mote de não querer o fim do dinheiro físico, a Denária refere a importância dos estabelecimentos não recusarem este meio de pagamento. 

Num mundo cada vez mais tecnológico, o dinheiro físico é cada vez menos usual, sendo a primeira opção dos clientes os pagamentos em cartão. Contudo, os últimos acontecimentos, apagão e tempestades, demostraram que este ainda é o pagamento mais fiável.

Mesmo com os cenários extremos por que passámos, ainda são alguns os estabelecimentos que recusam os pagamentos em dinheiro, uma situação que Pedro da Cunha, presidente da associação Denária, considera inaceitável. Ler mais

 

Atenção, passageiros: barcos de Cacilhas alargam horários esta semana e passam a circular até às 2h30

 

Aos fins de semana e feriados, o reajuste dos horários vai traduzir-se em mais quatro ligações diárias na rota entre Cacilhas e o Cais do Sodré

A ligação fluvial entre Cacilhas, em Almada, e o Cais do Sodré, em Lisboa, passa a ter horários alargados a partir desta segunda-feira. A mudança, anunciada pela Transtejo Soflusa e noticiada pelo ‘Público’, permite que os barcos comecem a circular às 5h00, em vez das 5h20, e terminem o serviço às 2h30, em vez da atual 1h40.

A alteração representa mais margem de mobilidade para quem usa os barcos de Cacilhas nos dias úteis, sobretudo trabalhadores com horários mais cedo ou mais tardios, estudantes, utilizadores da noite lisboeta e passageiros que dependem da ligação entre as duas margens fora dos períodos tradicionais de ponta. Ler mais

 

Imprensa Escrita - 8-6-2026





 

“Há restaurantes que ganham 500% numa garrafa de vinho. Não é justo”

 

Vítor Correia, vice-presidente da Associação dos Vinhos de Arcos de Valdevez (AVVEZ), é o timoneiro das novas estratégias de comunicação dos vinhos arcuenses. Este ano, chamado ao momento de apresentação do Arcos Fado Fest + Festivinhão – que decorre de 05 a 07 de junho, entre os dois palcos, instalados no Parque da Ponte Nova e no Anfiteatro do Trasladário – o vice-presidente da AVVEZ realçou uma maior atenção da autarquia para com um festival que, antes de abraçar o fado, tinha levantado a bandeira dos vinhos da casta Vinhão feitos no município arcuense.

Há quase uma década que o Festivinhão (sem o + que agora ostenta, em complemento ao fado) se mostra pelas artérias da vila. Primeiro nas ruas do centro urbano, depois no Jardim dos Centenários, aterra agora naquela que promete ser a sua nova casa: junto ao Rio Vez, a aproveitar o anfiteatro para os grandes concertos de fado que agora assume, com curadoria de Marco Rodrigues, o fadista com estreita ligação ao concelho e que é também, pelo fado, promotor do Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO desde 2011. Ler mais 

Proposta para travar spam por telefone,

 É um tema há muito pedido pela Anacom: um enquadramento legal que dê autonomia aos operadores para fazer mais no combate ao spam nas chamadas e SMS. Estão previstas mais obrigações. 


 

El Supremo deja sin protección a varios compradores de viviendas sobre plano al no acreditar que la compra fuera para vivir, sino para especular

 

CaixaBank queda exonerada de devolver las cantidades anticipadas por varias viviendas de la promoción Trampolín Hills Golf Resort.

La Sala Primera del Tribunal Supremo ha dictado una sentencia que vuelve a delimitar quién puede acogerse a la protección legal prevista para los compradores de viviendas sobre plano y quién queda fuera de ella.

En una resolución de especial interés para el sector inmobiliario y financiero, el Alto Tribunal ha exonerado a CaixaBank de devolver las cantidades anticipadas por varios compradores de viviendas de la promoción Trampolín Hills Golf Resort, al considerar que no acreditaron suficientemente que las adquisiciones respondieran a una finalidad residencial. (...

Concorrência multa Meo, Vodafone e Nos e Accenture em 13 milhões de euros

 

A investigação da Autoridade da Concorrência determinou que a prática já era observada desde 2019, tendo terminado em 2025.

A Autoridade da Concorrência multou três operadores de telecomunicações e uma consultora por restrição de mercado com acordo de inserção de publicidade como condição para os clientes de televisão. A coima ascende a 13,4 milhões de euros.

Ainda que não identifique as operadoras em causa, o comunicado remete para um processo de 2021, que identifica então as operadoras Meo, Nos e Vodafone, bem como a consultora Accenture, de restrição de concorrência por combinarem, entre si, 30 segundos de publicidade antes dos consumidores terem acesso às gravações automáticas. Ler mais

 

E se o carro avariar...

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