quarta-feira, 8 de abril de 2026

Verifique o extrato bancário: clientes deste banco denunciam transferências não autorizadas e a sua conta pode estar em risco

 

Clientes de um banco em Portugal continuam a reclamar centenas de milhares de euros após transferências não autorizadas

Um grupo de clientes do ABANCA continua a reclamar pelo menos 425.000 euros após alegadas transferências não autorizadas, num caso que permanece sem resolução. De acordo com o Jornal de Notícias, vários clientes acusam o banco de recusar a devolução dos montantes retirados das contas e de não assumir responsabilidades.

O problema não é recente e envolve situações semelhantes reportadas em diferentes pontos do país. Segundo a mesma fonte, há clientes que dizem ter ficado com as contas praticamente esvaziadas, sem qualquer alerta prévio ou bloqueio das operações. Ler mais

Imprensa Escrita - 8-4-2026





 

terça-feira, 7 de abril de 2026

Bruxelas pede acordo rápido sobre novas regras para detetar abuso sexual infantil ‘online’


 O governo do Reino Unido sinalizou que não vai permitir que os EUA utilizam bases militares britânicas para atacar infraestruturas energéticas iranianas.

O governo britânico sinalizou que não vai permitir que os EUA utilizem bases militares britânicas para ataques a infraestruturas energéticas ou civis iranianos, depois do Presidente Donald Trump ter ameaçado uma escalada das operações contra Teerão, ameaçando atacar centrais elétricas e pontes se o Irão não aceitar acordo para o fim do conflito e reabrir Ormuz.

O porta-voz do Primeiro-Ministro britânico Keir Starmer, Tom Wells, reafirmou na terça-feira que a posição do Reino Unido sobre o conflito no Médio Oriente não mudou. Os EUA só podem usar as bases britânicas na RAF Fairford, em Gloucestershire, Inglaterra, e em Diego Garcia, no Oceano Índico, para o que o governo britânico apelidou de missões “defensivas“. “Os nossos princípios têm sido claros desde o primeiro dia. A nossa posição sobre isto não mudou”, disse Tom Wells, citado pela Bloomberg. Ler mais

Governo vai apresentar pacote de medidas para combater sinistralidade rodoviária

 


O ministro da Administração Interna manifestou a preocupação do Governo perante o aumento da sinistralidade rodoviária e afiançou que o executivo vai ser implacável com esta situação.

O ministro da Administração Interna manifestou esta terça-feira a preocupação do Governo perante o aumento da sinistralidade rodoviária, verificado na Páscoa e no primeiro trimestre do ano, e afiançou que o executivo vai ser implacável com esta situação. Luís Neves anunciou que vai apresentar, em breve, um pacote de medidas estratégicas.

O Governo está muito preocupado com esta situação“, garantiu o ministro da Administração Interna, Luís Neves, no final de uma reunião, em Cuba, distrito de Beja, no âmbito do “Roteiro de Proximidade com os Bombeiros” que tem realizado pelo país. Ler mais

SESSÃO DE LANÇAMENTO - PORTO

 


SESSÃO DE LANÇAMENTO

PORTO

ESTUDOS EM HOMENAGEM

AO PROFESSOR MÁRIO FROTA’

INFÂNCIA, CONSUMO E

DIREITOS HUMANOS

NA ERA DIGITAL

*

UNICEPE

COOPERATIVA LIVREIRA

DE ESTUDANTES DO PORTO, CRL

PROGRAMA

15 de Maio de 2026

18.30

§  Prof.ª Andréia Bugalho, O propósito: a obra

§  Prof. Luiz Eugénio Scarpino Júnior, Criança e Consumo na Era Digital: breve excurso

§  Prof. Paulo de Morais, A criança no trajecto do Homenageado

§  A oferta da Obra ao Homenageado

§  O agradecimento

Direitos Fundamentais, Teoria da Constituição e Estado Democrático de Direito



 

Consumo sustentável: informação errónea, direito que se esfrangalha


Consumo sustentável é

§  o uso de produtos e serviços que satisfaçam necessidades básicas e proporcionem uma melhor qualidade de vida, diminuindo, consequentemente,

 §   os recursos naturais e o emprego de materiais tóxicos,

 §  a geração de resíduos e a emissão de poluentes durante o ciclo de vida do produto ou do serviço,

 de modo a não pôr em risco as reais necessidades das futuras gerações.

No outro dia, em notícia breve dada pela RTP/Notícias, falou-se dos resíduos de equipamentos electrónicos: segundo o Monitor Global de Lixo Electrónico terão sido produzidos 62 milhões de toneladas em 2022. O que preencheria 1,5 milhões de camiões de 40 toneladas cada um, em caso de transporte para remoção.

Só em 2022 terão sido descartados mais de 5 mil milhões de telemóveis: os resíduos gerados atingem 5 milhões de toneladas /ano.

Apenas 22% se recuperam através de operações de recondicionamento, designadamente na Estónia, sendo que a casa-mãe da Swappie, sediada em Helsínquia, tem ali um gigantesco laboratório onde o recondicionamento dos equipamentos se faz para relançamento no mercado internacional.

Telemóveis guardados em casa, em gavetas, atingem valores da ordem dos 40 mil milhões de euros. E mais de 700 milhões de dispositivos abandonados na Alemanha, nos Países Baixos e na Finlândia.

E disse-se mais. Que ainda que de volta ao mercado como recondicionados, não deixam de ter garantia: um ano de garantia por lei. Como a notícia era proveniente da RTP, entendemos que o que diziam era  também para uso interno, reproduzindo-se as leis em vigor em Portugal.

Daí a pergunta: a garantia dos “recondicionados” é, no rectângulo e nas Ilhas adjacentes, só de um ano?”

Nada pior do que informação errónea, em particular se veiculada por órgãos com a chancela do Estado, como é o caso da RTP...

A resposta é redondamente negativa: em Portugal, a garantia legal dos recondicionados é de três (3) anos, que não só de um ano.

E recondicionado não é, para a lei, o mesmo que usado.

Recondicionado é o bem que, tendo sido utilizado previamente, foi objecto de uma inspeção, preparação, verificação e testagem por qualificado profissional, para relançamento no mercado,vale dizer,  para ulterior venda, numa tal qualidade.

Mas os usados também não têm, entre nós, só a garantia de um ano,

Os usados terão a garantia dos novos e dos recondicionados (3 anos), salvo se houver convenção em contrário; por acordo, a garantia legal é susceptível de sofrer uma redução, mas nunca abaixo dos 18 meses.

Se houver um vício, avaria ou defeito há que fazer actuar a garantia legal.

 De que remédios pode o consumidor lançar mão?

1.º Reparação ou substituição

2.º Redução adequada do preço

3.º Pôr termo ao contrato com a devolução do bem e a restituição do valor pago.

Reparação ou substituição: 30 dias para o efeito; gratuitidade da reparação ou substituição.

Por cada uma das reparações acrescem 6 meses de garantia até ao limite de quatro [+ dois (2) anos].

Se o fornecedor resistir, depois da denúncia da não conformidade, o consumidor tem dois (2) anos para propor a acção declarativa para reconhecimento do seu direito e a condenação  em qualquer dos remédios.

Se a não conformidade se verificar nos primeiros 30 dias após a entrega, o consumidor não tem de observar a referida hierarquia: pode pôr, desde logo, termo ao contrato.

A devolução do dinheiro tem de se fazer em 14 dias.

Conhecer os direitos para os exercer é o passo primeiro para se afirmar a Cidadania e o respeito pela legalidade democrática.

 

Mário Frota

presidente emérito da apDC –DIREITO DO CONSUMO -, Coimbra

AT pode cobrar-me mais tarde por um erro meu agora na declaração do IRS?

 'Trabalho e impostos (des)complicados' é uma rubrica do Notícias ao Minuto, assinada por Dantas Rodrigues, sobre assuntos relacio...