quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Quando o banco público aposta contra o cidadão
Em O que o dinheiro não compra, o filósofo Michael Sandel, professor de Harvard, faz um alerta que deveria ecoar em todas as decisões de Estado: quando tudo passa a ser regido pela lógica do mercado, o próprio sentido moral das instituições se corrompe.
Sandel mostra que o problema não é o mercado existir, mas sim a sua invasão em esferas da vida pública que deveriam ser guiadas por valores morais, cívicos e sociais. Quando transformamos tudo em mercadoria - a educação, a saúde, o meio ambiente e até a esperança - perdemos o senso de limite e, com ele, o sentido do que é justo.
O pensamento de Sandel é fundamental para compreender o que está por trás da recente decisão da Caixa Econômica Federal de lançar sua própria plataforma de apostas esportivas, a chamada "Bet da Caixa". O argumento oficial é econômico: trata-se de um mercado bilionário, dominado por empresas privadas, e que poderia gerar lucro expressivo para o banco público. Ler mais
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
Publicação de Ana Cândida Muniz Cipriano
Today, the Second Committee of the UN General Assembly took action to submit resolution A/C.2/80/L.42 on Consumer Product Safety, containing the UN Principles for Consumer Product Safety, to the Plenary.
This is the first-ever UNGA resolution on product safety, and UN Trade and Development (UNCTAD) is proud to serve as the UN focal point for this critical new area of global cooperation.
Every day, unsafe products cause injuries, fires, environmental harm—and too often, tragedy. Billions of consumers still live without adequate legal protection.
The new UN Principles provide the world’s first globally agreed framework to strengthen laws, institutions, and cooperation so that all consumers, everywhere, can trust that the products they buy are safe. (...)
E se o contrato é porta-a-porta que importa se “Inês é morta”?
“Um toque suave, um indivíduo bem apessoado, de cativante linguagem e com uma proposta para reduzir a minha factura de energia eléctrica.
Uma prosa prolongada. Nem sempre fáceis de digerir os termos.
Quando concluiu, pedi-lhe naturalmente que me deixasse o escrito com as cláusulas do contrato para ponderar e que passasse noutro dia para saber se, afinal, eu aceitava tais termos e condições.
Um não peremptório! Que o contrato só me viria a parar às mãos uma vez assinado pela responsável sectorial da Goldenergy.
Ainda tentei argumentar sem resultado. Pior para ele: não assinei o contrato.
Não tenho de conhecer previamente as cláusulas de um contrato em que nada posso mudar porque de antemão redigido?” Ler mais
Governo pondera aumentar subsídio de refeição já em 2026, mas sem revelar valor
O secretário-geral da Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesap) afirmou, esta quarta-feira, que o Governo admitiu aumentar o subsídio de refeição já em 2026, mas não detalhou o valor concreto, após uma reunião com a secretária de Estado da Administração Pública.
"Foi mais uma reunião onde o Governo admitiu apenas o aumento do subsídio de refeição já no ano de 2026", afirmou José Abraão, acrescentando, no entanto, que o executivo não apresentou qualquer proposta nem o valor concreto. Ler mais
E se o contrato é porta-a-porta que importa se “Inês é morta”?
“Um toque suave, um indivíduo bem apessoado, de cativante linguagem e com uma proposta para reduzir a minha factura de energia eléctrica.
Uma prosa prolongada. Nem sempre fáceis de digerir os termos.
Quando concluiu, pedi-lhe naturalmente que me deixasse o escrito com as cláusulas do contrato para ponderar e que passasse noutro dia para saber se, afinal, eu aceitava tais termos e condições.
Um não peremptório! Que o contrato só me viria a parar às mãos uma vez assinado pela responsável sectorial da Goldenergy.
Ainda tentei argumentar sem resultado. Pior para ele: não assinei o contrato. Ler mais
Regras da UE para melhorar redes de telecomunicações entraram em vigor
As regras da União Europeia (UE) para melhorar a conectividade entre infraestruturas de telecomunicações começaram hoje a ser aplicadas, com o propósito de reduzir custos e simplificar os processos.
As regras da União Europeia (UE) para melhorar a conectividade entre infraestruturas de telecomunicações começaram hoje a ser aplicadas, com o propósito de reduzir custos e simplificar os processos.
Em comunicado, a Comissão Europeia referiu que a legislação da UE que tem como objetivo simplificar as redes e os custos da fibra ótica e do 5G entrou em vigor.
O conjunto de regras, que têm de ser implementadas pelos 27 países do bloco político-económico europeu, visar resolver "desafios persistentes" dos operadores de telecomunicações e também possibilita o desenvolvimento de redes mais complexas, que consigam aguentar com a evolução da inteligência artificial e os serviços "nuvem".
Deste modo, a Comissão Europeia espera que se simplifiquem os processos de expansão das redes de telecomunicações, através da partilha de infraestruturas, coordenação de trabalhos entre diferentes operadores e a "digitalização dos processos de autorizações para instalar infraestruturas".
Os detalhes destas regras da UE têm de ser aplicados "dentro de poucos meses" pelos países do bloco comunitário europeu, recordou a Comissão de Ursula von der Leyen.
PJ apanha grupo que fazia empréstimos e depois ameaçava as vítimas

Segundo a PJ, o grupo oferecia empréstimos
particulares com juros de cerca de 10%, mas continuava a exigir
pagamentos mesmo depois de as dívidas estarem saldadas
A Polícia Judiciária (PJ) deteve três homens no Porto e em Matosinhos, suspeitos de pertencer a uma rede criminosa que ameaçava e extorquia dinheiro a pessoas em dificuldades financeiras.
Segundo a PJ, o grupo oferecia empréstimos particulares com juros de cerca de 10%, mas continuava a exigir pagamentos mesmo depois de as dívidas estarem saldadas. As vítimas, temendo represálias e ameaças à sua integridade física, acabavam por assinar novas confissões de dívida e manter os pagamentos.
O esquema terá funcionado durante quatro anos e rendido centenas de milhares de euros. Os detidos, com idades entre 29 e 59 anos e antecedentes criminais, são suspeitos dos crimes de extorsão agravada, usura agravada e associação criminosa.
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