segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Sociedade Portuguesa do AVC condena novas restrições na prescrição de injetáveis para diabetes

 

A SPAVC apela à “revisão urgente” desta decisão, alargando a possibilidade de prescrição a todas as especialidades diretamente envolvidas no tratamento do AVC.

A Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC) condena a decisão de restringir a prescrição de injetáveis e sensores para diabetes a apenas quatro especialidades médicas.

Desde o dia 8 de agosto, a apenas os médicos das especialidades de endocrinologia e nutrição, medicina interna, pediatria e medicina geral e familiar estão autorizados a prescrever sensores de monitorização da glicose intersticial e medicamentos da classe dos agonistas dos recetores GLP-1 (semaglutido, dulaglutido, liraglutido e exenatido).

Nesta classe de fármacos inclui-se o Ozempic, desenvolvido para tratar a diabetes tipo 2, mas que está também a ser usado para combater a obesidade e ajudar à perda de peso. Ler mais

 

VSR. Vacinação gratuita em crianças começa em setembro

 “Esta medida representa uma aposta sustentada na prevenção, na promoção da saúde infantil e no bem-estar das famílias, privilegiando uma abordagem preventiva”, sublinha a DGS. 

A segunda época de vacinação gratuita contra a infeção pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) em crianças arranca em 16 de setembro, prolongando-se até 31 de março de 2026.  

De acordo com uma norma da Direção-Geral da Saúde esta segunda-feira publicada, a campanha visa “proteger os lactentes nos primeiros meses de vida, e reduzir a suscetibilidade individual, a carga de doença e o impacto nos serviços de saúde, nomeadamente o recurso às urgências hospitalares e os internamentos por infeção respiratória”.  Ler mais

Brisa lança plano de ação para incêndios nas autoestradas: saiba como agir em situação de emergência

A Brisa apresentou o PARGIR – Plano de Ação e Resposta aos Grandes Incêndios Florestais, desenvolvido em colaboração com a ANEPC e a GNR, para reforçar a segurança de condutores que possam ser surpreendidos por incêndios durante viagens em autoestrada. O objetivo é garantir uma resposta rápida, eficaz e coordenada, protegendo os utilizadores e facilitando o trabalho das equipas de emergência.

Entre as recomendações, destaca-se a importância de manter a calma, seguir as indicações das autoridades e respeitar a sinalização. Se o fumo ou o calor se aproximarem, o condutor deve parar em local seguro, manter o motor ligado, permanecer dentro da viatura com luzes acesas e buzina acionada, fechando janelas e ativando a recirculação do ar condicionado.

O plano recomenda ainda circular devagar, com luzes e piscas ligados, mantendo distância de segurança e nunca inverter o sentido da marcha. Em caso de paragem, o ideal é fazê-lo na berma direita, debaixo de pontes ou em viadutos, sem sair do carro. Só após a passagem das chamas e se não houver risco imediato é que se deve abandonar o veículo, protegendo as vias respiratórias com um pano molhado. Ler mais

 

Incêndios: Aviões ‘Canadair’ estão fora de serviço

 
Os aviões pesados de combate a incêndios florestais ‘Canadair’ de que Portugal dispõe estão fora de serviço, disse hoje à Lusa fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Segundo a mesma fonte, os dois aviões ‘Canadair’ afetos ao Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR) ficaram inoperacionais, existindo um terceiro para substituir em caso de eventuais avarias, mas que também está fora de serviço.

Habitação: É necessário estratágia com bom senso




 

Disparam burlas bancárias com números de telemóvel falsos. CGD e ANACOM desenvolvem soluções e reforçam alertas

 

O fenómeno do “spoofing”, uma técnica de fraude que consiste na falsificação da identidade de instituições financeiras e outras empresas para enganar os clientes, tem registado um crescimento significativo em Portugal. Clientes bancários são cada vez mais alvos destas burlas que chegam por SMS, chamadas telefónicas e e-mails, onde o número ou remetente aparece identificado como sendo de uma entidade conhecida, criando a ilusão de legitimidade. Perante esta situação, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem intensificado os alertas para prevenir que os clientes caiam neste tipo de fraudes.

De acordo com informação avançada pelo Correio da Manhã, a CGD reforçou recentemente a sua comunicação junto dos clientes, utilizando múltiplos canais, desde o site oficial e newsletters por e-mail até cartazes, pop-ups nas plataformas digitais e redes sociais, com o intuito de aumentar a literacia digital e financeira e alertar para as tentativas de burla. “Será que foi mesmo a Caixa que o contactou? O SMS que recebeu é nosso? É possível esconder a real origem da chamada ou do SMS para fazer acreditar que são do banco”, pode ler-se na página oficial da CGD, ilustrando o modo como os burlões operam. Ler mais

Falhas, INEM “não se apercebeu”, Cristina Vaz Tomé: ministra da Saúde reconhece erros na gestão

  Ana Paula Martins diz que a gestão “podia ter sido mais bem feita”. Antigo chefe de gabinete (também) desmente antiga secretária de Esta...