quarta-feira, 9 de julho de 2025
terça-feira, 8 de julho de 2025
Fim das portagens nas Scut tira 25 mil carros por dia das estradas nacionais
De acordo com o JN os maiores aumentos foram na A 13-1 e na A13 (Pinhal Interior) com incrementos de 51% e de 49,4%, e também no troço entre Neiva e Darque (Viana do Castelo) da A28, com um crescimento do tráfego de 35,5%.
O fim das portagens nas Estradas sem Custos para os Utilizadores (Scut) está a tirar 25 mil carros por dia das estradas nacionais, avança esta terça-feira o “Jornal de Notícias” (JN).
A publicação refere que o fim do pagamento de portagens em sete ex-scut portuguesas, que se encontra em vigor desde o início deste ano, fez aumentar o tráfego na maior parte dessas autoestradas, e como consequência aliviou o trânsito que circula nas estradas nacionais.
No primeiro trimestre, diz o JN, existiram 25.306 veículos por dia, e em média, a circular nas vias que deixaram de ter portagens, em comparação com o período homólogo.
De acordo com o JN, os maiores aumentos foram na A 13-1 e na A13 (Pinhal Interior) com incrementos de 51% e de 49,4%, e também no troço entre Neiva e Darque (Viana do Castelo) da A28, com um crescimento do tráfego de 35,5%.
No país todo, no primeiro trimestre, circularem nas autoestradas onde deixaram de existir portagens uma média de 130.694 veículos por dia, uma subida de 24% face ao ano anterior.
Operação em vários pontos do país por suspeitas de corrupção: INEM e universidades alvo de buscas
Em causa estarão suspeitas de fraude na obtenção de fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Várias entidades públicas terão sido vítimas de um esquema de combinação de preços entre empresas informáticas em concursos públicos.
A Polícia Judiciária (PJ), o Ministério Público (MP) e a Procuradoria Europeia estão a realizar, na manhã desta terça-feira, uma grande operação de combate à corrupção. Foram efetuadas buscas em vários pontos do país, incluindo o edifício sede do INEM, em Lisboa, e as Universidades do Porto e de Coimbra, apurou a SIC.
Em causa estarão suspeitas de fraude na obtenção de fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Várias entidades públicas terão sido vítimas de um esquema de combinação de preços entre empresas informáticas em concursos públicos.
Segundo o jornal Expresso, o Banco de Portugal também foi algo de buscas no âmbito da Operação Nexus.
Estudo revela que poder de compra para quase metade dos portugueses se deteriorou
De acordo com o Observador Cetelem, 48% dos participantes no estudo assumem que a situação se complicou em comparação com o ano passado.
De acordo com o mais recente estudo do Observador Cetelem, 52% dos portugueses afirmam que o seu poder de compra se manteve igual ou melhor em comparação com o ano anterior, enquanto 48% sentem que piorou.
A confiança na evolução da economia portuguesa até ao final de 2025 é moderada, com uma média de 4,97 pontos numa escala de 1 a 10. A maioria (39%) demonstra uma confiança moderada (valores 5 e 6), 25% estão mais confiantes (valores de 7 a 10), e 29% pouco ou nada confiantes (valores entre 1 e 4).
Neste contexto, 75% dos inquiridos mantêm a intenção de concretizar pelo menos um projeto importante em 2025, embora 57% indiquem que terão de adiar ou cancelar alguns dos seus planos. As áreas com maior intenção de realização incluem viagens (44%), remodelações e compra de eletrodomésticos (ambas com 22%), e formação académica ou profissional (15%). A compra de casa, com 9%, continua a representar uma minoria de projetos. Ler mais
OMS pressiona aumento de 50% nos preços do tabaco, álcool e refrigerantes até 2035

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está a pressionar os governos a
aumentarem, em 50% até 2035, os preços de bebidas açucaradas, bebidas
alcoólicas e tabaco, através da aplicação de impostos específicos. O
objetivo é combater doenças crónicas e, ao mesmo tempo, gerar receitas
públicas num contexto de crescente pressão orçamental.
A proposta foi apresentada esta semana durante a conferência da ONU sobre Financiamento para o Desenvolvimento, em Sevilha, no âmbito da iniciativa “3 por 35”, lançada pela própria OMS. A agência estima que esta medida poderá gerar até um trilião de dólares (cerca de 930 mil milhões de euros) em receitas fiscais ao longo da próxima década.
“Os impostos sobre a saúde são uma das ferramentas mais eficientes que temos. É hora de agir”, afirmou Jeremy Farrar, diretor-geral adjunto da OMS para a Promoção da Saúde, de acordo com a ‘Reuters’. A organização defende que o aumento dos impostos ajudaria a reduzir o consumo de produtos associados a doenças como a diabetes e alguns tipos de cancro, ao mesmo tempo que fortaleceria os sistemas de saúde pública. Ler mais
83% dos portugueses prevê gastar até 200 euros durante os saldos
Quase metade dos portugueses assegura que o canal online é o mais utilizado para comprar durante o período de saldos.
Os consumidores online contam com promoções ou descontos contínuos graças às diferentes fórmulas que as lojas utilizam. De acordo com um estudo da Webloyalty, consultora de desenvolvimento no setor do retalho, quase metade dos portugueses assegura que o canal online é o mais utilizado para comprar durante o período de saldos – 7 em cada 10 cidadãos compraram online nos últimos saldos e as categorias de produtos mais compradas pelos consumidores são moda, eletrónica, produtos para o lar, saúde e beleza.
Quanto ao gasto, 83% prevêem gastar até 200 euros durante os saldos, e os restantes 17% farão um gasto superior a esse valor. “O período de saldos está já no calendário dos consumidores, que esperam por estas datas para adquirir produtos e serviços a um melhor preço”, comenta Eduardo Esparza, VP General Manager da Webloyalty Ibéria e Brasil, empresa líder na geração de receitas adicionais para e-commerce através de uma solução de Retail Media.
Durante este período em que a procura e o consumo aumentam, mas as margens de lucro estão mais ajustadas, os negócios procuram fórmulas que lhes permitam manter os seus níveis de rentabilidade. “Proporciona uma experiência de compra única, já que alcança o consumidor no momento ideal, sem interferir no processo de compra, ao mesmo tempo em que gera receitas adicionais aos retalhistas”, acrescenta Eduardo Esparza.
Barragens portuguesas em “risco” mas “preparadas”, diz ex-bastonário dos Engenheiros. Que zonas correm maior risco de cheias?
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