sexta-feira, 7 de março de 2025

Dinheiro é o método de pagamento mais aceite pelas empresas da UE

 

O dinheiro é o meio de pagamento mais aceite entre as empresas da União Europeia (UE), com 88% a aceitar pagamentos em dinheiro, seguido pelos cartões bancários (85%). Das empresas que aceitam dinheiro, 94% esperam continuar a fazê-lo nos próximos cinco anos.

A conclusão é do Banco Central Europeu (BCE), que conduziu, pela primeira vez, um inquérito às empresas sobre numerário em 2021, com um segundo questionário concluído em 2024. O objetivo passou por compreender as opiniões das empresas sobre a utilização e aceitação atual e futura de numerário em pagamentos, e como se compara com outros meios de pagamento.

Segundo a análise, as empresas da zona euro também aceitam transferências de crédito (78%), débitos diretos (51%) e pagamentos online (37%). Se a análise for realizada sem ter em conta as empresas que vendem os seus produtos e serviços exclusivamente online, a taxa de aceitação de dinheiro é ligeiramente maior (90%). Ler mais

Electrdomésticos: "arranje quem os arranje"... que arranjar não é ofício!



"Termo fixo natural" É alguma "modinha"de carnaval?


 

Imprensa Escrita - 7-3-2025





 

quinta-feira, 6 de março de 2025

Consumo e Sustentabilidade

 


A Comissão de Defesa do Consumidor tem o prazer de convidá-los para o evento: "Consumo e Sustentabilidade: a vida útil dos bens como parâmetro para a garantia legal - Europa e Brasil." 

Junte-se a nós para um debate enriquecedor com especialistas renomados e explore como essa abordagem pode transformar as relações de consumo, impactando positivamente o meio ambiente e o ordenamento jurídico brasileiro. 

Em breve, enviaremos o link para inscrições.

Consumidor desinformado… vantagens do ‘outro lado’


A antena portuguesa da multinacional belga Euroconsumers, S.A., a mercantil Deco-Proteste, Ld.ª, que entre nós se faz passar artificiosa e ardilosamente por associação de consumidores, num flagrante desvio de escopo, tornou ao tema das ‘entradas’ não solicitadas e reedita uma tese peregrina que vai ostensivamente ao arrepio da lei. Em artigo publicado, em tempos, num espaço que, ao que parece, domina: o “Notícias ao Minuto”

Parte do soez pressuposto de que “quem cala, consente, mas quem trinca, consente mais, e não poderá reclamar, quando detetar, na conta, as entradas que não pediu” (sic)…

E torna insidiosamente ao tema para defender o insustentável com o suporte de meios de grande difusão, com o que confunde vergonhosamente o grande público.

Versejando: Ler mais

 

 

Consumidor desinformado… vantagens do ‘outro lado’

 


A antena portuguesa da multinacional belga Euroconsumers, S.A., a mercantil Deco-Proteste, Ld.ª, que entre nós se faz passar artificiosa e ardilosamente por associação de consumidores, num flagrante desvio de escopo, tornou ao tema das ‘entradas’ não solicitadas e reedita uma tese peregrina que vai ostensivamente ao arrepio da lei. Em artigo publicado, em tempos, num espaço que, ao que parece, domina: “Notícias ao Minuto”.

Parte do soez pressuposto de que “quem cala, consente, mas quem trinca, consente mais, e não poderá reclamar, quando detectar, na conta, as entradas que não pediu” (sic)…

E torna insidiosamente ao tema para defender o insustentável com o suporte de meios de grande difusão, com o que confunde vergonhosamente o grande público.

Versejando: Ler mais

Razão ao Supremo Tribunal ou à norma que conforma o real?

  O Supremo Tribunal de Justiça, pelo punho de Maria da Graça Trigo, negara em 2015 a uma consumidora a hipótese de substituição de um veí...