A nova medida que o Governo aprovará esta quinta-feira em reunião do
Conselho de Ministros, e que será anunciada logo depois no briefing à
comunicação social, irá dar um alívio aos orçamentos familiares,
permitindo “a redução e estabilização por dois anos” da prestação a
pagar aos bancos pelo crédito à habitação, poderá significa que, findo o
período do apoio, as famílias fiquem a dever mais do que o que devem
atualmente.
O alerta parte do economista João Duque que, em declarações à SIC,
explica que a medida do Executivo não vai permitir poupança, e que no
final do período do apoio, a dívida que as famílias têm ao baco poderá
mesmo aumentar, face ao que atualmente têm.
“As famílias não vão pagar agora tanto em juros, e com alguma
amortização, mas vão ter de capitalizar, ou seja, vão ter de juntar os
juros que não pagam agora à divida que tinham atrás”, começa por
clarificar o especialista
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