terça-feira, 12 de setembro de 2023

Alojamentos locais representam mais de metade do orçamento familiar para 39% dos proprietários

 O alojamento local gera à maior parte dos seus proprietários menos de 20 mil euros por ano, mas representa para 39% deles mais de metade do orçamento familiar, conclui um estudo realizado pela NovaSBE e hoje apresentado.

Na apresentação das conclusões finais do “Estudo de impacto do alojamento local em Portugal”, em Lisboa, o economista e investigador da Nova School of Business & Economics Pedro Brinca destacou que 46% dos alojamentos locais em Portugal geram menos de 20 mil euros por ano aos seus proprietários.

Simultaneamente, essa receita representa “mais de 60% do orçamento familiar” para 39% dos inquiridos no estudo, realizado a pedido da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) e que se baseia em 1.820 respostas de proprietários e gestores. Ler mais

 

Imprensa Escrita 12-9-2023






 

INE confirma aceleração da inflação para 3,7% em agosto impulsionada pelos combustíveis

 

"A variação média dos últimos doze meses do Índice de Preços no Consumidor sem habitação, referência para a atualização de rendas no próximo ano, fixou-se em 6,9% (6,94%) em agosto", refere o INE

A taxa de inflação homóloga aumentou para 3,7% em agosto, ficando 0,6 pontos percentuais abaixo do registado em julho, confirmou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). 

A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) hoje avançada pelo INE coincide, com o arredondamento a uma casa decimal, com o valor da estimativa rápida divulgada em 31 de agosto. Ler mais

Com inflação 'fechada' e sem 'travão', rendas podem mesmo subir 6,94%

 

De acordo com as regras em vigor, os valores das rendas estão sujeitos a atualizações anuais, que se aplicam de forma automática em função da inflação média dos últimos 12 meses registada em agosto, exceto habitação.

O valor das rendas poderá mesmo aumentar 6,94% em 2024, após o Governo ter travado a subida nos 2% este ano, segundo os números da inflação dos últimos 12 meses até agosto, confirmados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

"A variação média dos últimos doze meses do IPC sem habitação, referência para a atualização de rendas no próximo ano, fixou-se em 6,9% (6,94%) em agosto", pode ler-se no relatório do INE. Ler mais

Portugal gasta menos 1700 euros por aluno do que a média da OCDE

 

No primeiro ano de pandemia, despesa total por estudante caiu 2,7%. Diferença é maior ao nível do ensino superior. 

Portugal continua a investir menos em Educação do que a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). E, no primeiro ano de pandemia, o total da despesa, em contraciclo, caiu quase 3%. De acordo com o mais recente estudo “Education at a Glance 2023”, nesta terça-feira divulgado, a despesa por aluno em Portugal, analisando todos os níveis de ensino, fixou-se, em 2020, nos 10.105 euros (10.816 dólares, em Paridade do Poder de Compra do PIB), menos 14% do que a média da OCDE, o que corresponde a menos 1710 euros. Acesso pago

 

Afinal, o que aconteceu aos combustíveis esta semana? Veja aqui os preços

 

Gasóleo ficou mais caro, mas gasolina ficou mais barata no início desta semana. 

Esta semana arrancou com um comportamento misto dos preços dos combustíveis, com o preço da gasolina a baixar e o do gasóleo a aumentar. 

Entre domingo e segunda-feira, o gasóleo simples aumentou de 1,715€/litro para 1,752€/litro, segundo dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). Significa isto que ficou 3,7 cêntimos mais caro

Já a gasolina simples 95 baixou de 1,865 €/litro para 1,859 €/litro, o que significa uma descida de meio cêntimo.

As previsões apontam para um acréscimo de quatro cêntimos no preço do gasóleo e para uma descida de um cêntimo no caso da gasolina, conforme noticiou o Notícias ao Minuto na sexta-feira. 

O preço médio semanal, calculado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), desceu esta semana 0,8% para a gasolina e aumentou 2,6% para o gasóleo, segundo um relatório hoje divulgado. Ler mais

 

Escolas abrem pressionadas com aumento de alunos estrangeiros

 

As aulas arrancam entre esta terça e sexta-feira, com o maior número de alunos desde 2021 – pelo menos mais 21 mil alunos –, especialmente devido aos estrangeiros. Um desafio que leva diretores e professores a pedirem recursos e a revisão do modelo de Português Língua Não Materna (PLNM).

 Num ano que volta a começar com greves, aposentações recorde e mais de 900 horários por preencher após a segunda reserva de recrutamento, a Fenprof estima em mais de 100 mil os alunos que iniciam as aulas sem todos os professores. “Há uma pressão brutal sobre as escolas”, frisa Manuel Pereira, presidente da associação nacional de dirigentes escolares (ANDE). Acesso pago


Próximos dias vão ser mesmo muito difíceis. Não deve ignorar este aviso

  Risco de incêndio rural será muito elevado nos próximos dias e toda a ajuda pode fazer a diferença para evitar males maiores. A GNR conta ...