sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Metro. Fazer o passe pode ser um verdadeiro pesadelo, dividido em vários atos

Há quem tenha de se dirigir aos centros de atendimento presencial até três vezes diferentes para poder fazer o passe dos transportes públicos em Lisboa. Filas chegam aos 30 metros e às centenas de pessoas. Até para fazer queixa é preciso fazer fila, tal é a procura. As máquinas automáticas ajudam, mas são ainda muitos os utentes que não percebem como funcionam.

É sabido: fazer (ou renovar) o passe dos transportes públicos tende a ser uma dor de cabeça para aqueles que não se entendem com as máquinas automáticas que prometem agilizar o processo ou que por qualquer razão têm de dirigir-se a um dos centros de atendimento da Metro de Lisboa, espalhados pela cidade, cada um deles a abarrotar de pessoas que tiram horas do seu dia para tratar desta diligência.

Os primeiros e os últimos dias do mês são sempre os mais intensos, mas o comprimento das filas tem-se alongado, tal como o tempo de espera... A única coisa que diminuiu nos últimos tempos foi a paciência dos utentes que, conforme os vários relatos que o i ouviu, chegam a perder dias inteiros das suas vidas neste processo quase hercúleo de adquirir o passe que lhes permite viajar na rede de transportes públicos na capital. Ler mais

Nesta empresa, funcionárias que amamentem podem receber e alimentar bebé

 

As funcionárias da empresa municipal Águas de Gaia que forem mães e estiverem a amamentar vão poder, a partir de hoje, receber os bebés no trabalho ou, em alternativa, usufruir de um espaço para extração de leite materno.

"A ideia é permitir que as mães conciliem, o melhor possível, o regresso ao trabalho com a amamentação", disse a administradora não executiva da Águas de Gaia, Margarida Rocha.

Esta iniciativa da empresa municipal de Vila Nova de Gaia resultou na transformação de uma sala num "Cantinho da Amamentação", um espaço com muda fraldas, cadeirão e frigorífico que servirá para que as mães recebam o bebé ou extraiam o leite materno e o armazenem ali para levar para casa no final do horário de trabalho.

"Sabemos que nem todas as mulheres têm facilidade em extrair o leite e sabemos que nem todas as mães conseguem prolongar, o quanto gostariam, a amamentação quando voltam ao trabalho. Por isso partimos para esta ideia. É uma medida para toda a família, visa o bem-estar de toda a família", acrescentou a administradora. Ler mais

 

Madeira vai criar fundo para apoiar famílias com crédito à habitação

 

O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) vai criar um fundo para auxiliar famílias com crédito à habitação devido à subida das taxas de juro, indicou hoje o chefe do executivo, referindo que a medida entrará em vigor este mês.

"Em função do rendimento das famílias, nós vamos apoiar na taxa de esforço", disse Miguel Albuquerque, à margem de uma visita a uma empresa de serragens, em Câmara de Lobos, na zona oeste da ilha.

Segundo explicou o presidente do Governo Regional, o executivo está "a fazer o cálculo e um levantamento junto da banca para saber quantas famílias têm crédito [à habitação] e qual a taxa de esforço", para "depois orçamentar [o fundo de apoio]". Ler mais

Funchal revoga penalizações por atraso no pagamento de rendas

 

A Câmara do Funchal, na Madeira, revogou hoje a aplicação de penalizações pelo atraso no pagamento de rendas, no valor de cerca de 200.000 euros, aos concessionários dos mercados municipais e espaços de restauração, anunciou a autarquia.

Com esta medida, aprovada na reunião semanal do executivo presidido por Pedro Calado (PSD), as penalizações decorrentes do fim das moratórias, aplicadas entre 30 de junho do ano passado e 30 de junho deste ano, não terão de ser pagas.

Pedro Calado salientou que as penalizações foram impostas pelo anterior executivo municipal, liderado pelo PS, que optou por moratórias em detrimento da isenção do pagamento das rendas durante o período da pandemia de covid-19. Ler mais

 

Taxas sobem, mas depósitos continuam sem render. "Bancos estão a adiar"

 
A subida das taxas de juro por parte do BCE já tem impacto nas prestações mensais daqueles que têm contratos de crédito à habitação indexados à Euribor. Contudo, os depósitos continuam sem grande rentabilidade. Quais são as perspetivas? E qual é, atualmente, o melhor produto para investir sem correr grandes riscos? 

As taxas de juro estão a subir e a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, já avisou que esta tendência deverá manter-se nos próximos meses. Contudo, apesar de este acréscimo já se refletir nas prestações mensais do crédito da casa, a verdade é que os depósitos dos portugueses continuam sem rentabilidade, mas a perspetiva é que estes juros também aumentem. 

"As taxas dos depósitos dependem da política comercial do banco, são uma decisão do banco, ao contrário das prestações dos créditos à habitação que normalmente estão indexados à Euribor. Além disso, os juros dos depósitos representam um custo para o banco, enquanto os juros das prestações são uma receita. E, durante alguns anos, os bancos tiveram uma diminuição de receitas relativa aos juros dos créditos devido às Euribor negativas. Por isso, os bancos estão a adiar a subida dos juros nos depósitos e não estão a refletir as subidas da taxa diretora nos seus preçários", explicou António Ribeiro, especialista em assuntos financeiros da DECO Proteste, ao Notícias ao Minuto. Ler mais

 

Imprensa Escrita - 7-10-2022






 

“Há uma distorção especulativa no preço do gás”, diz Teresa Ribera

 


A vice-presidente do Governo espanhol sublinha a importância de encontrar outra referência de preços do gás para que não se tenha de "comprar a qualquer preço".

A vice-presidente do Governo espanhol e ministra da Transição Ecológica considera que o aumento do preço do gás não corresponde a um aumento equivalente do seu custo. “Há uma distorção um tanto especulativa”, aponta Teresa Ribera, em entrevista ao Expresso (acesso pago), assinalando que é “importante” encontrar outra referência de preços após a Rússia deixar de fornecer gás à Europa, e “dar um sinal aos mercados, antes que chegue o inverno e tenhamos de comprar a qualquer preço”. “Porque se o preço do gás baixa, automaticamente baixa toda esta inflação”, afirma. Ler mais

Barragens portuguesas em “risco” mas “preparadas”, diz ex-bastonário dos Engenheiros. Que zonas correm maior risco de cheias?

  As descargas em Espanha, conjugadas com as bacias nacionais, podem fazer o caudal dos rios transbordar e alagar zonas ribeirinhas. Saben...