A saúde, que durante séculos foi definida pela reatividade ao sintoma e pela autoridade clínica inquestionável, deu lugar a um ecossistema fluido e omnipresente.
Hoje, a fronteira entre o biológico e o digital é quase impercetível, e a nossa existência é constantemente traduzida em métricas.
Contudo, enquanto celebramos a precisão cirúrgica dos dados e a promessa de uma vida mais longa, urge questionar: estaremos a trocar a nossa privacidade e a nossa essência humana por uma miragem de imortalidade digital? Ler mais

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