Para evitar abusos, José Moreira defende medidas mais rigorosas, nomeadamente a associação de uma identidade real, e respetivo documento de identificação, às contas em plataformas online.
O Grok não só gerou imagens sexualizadas de menores, como também criou deepfakes de adultos sem consentimento e voltou ao olho do furacão quanto à regulação da internet, em particular em território europeu. Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirma-se “chocada com o facto de uma plataforma tecnológica estar a permitir que utilizadores dispam digitalmente mulheres e crianças ‘online’” e a prometer intervir caso o X de Elon Musk não o faça autonomamente.
José Moreira, professor da Universidade Portucalense especializado em Direito Digital, considera que esta estratégia pode não ser acidental: “Talvez não seja que se fale bem ou mal, mas sim que se fale. O objetivo foi colocar toda a gente a falar da sua plataforma”, aponta. Ler mais

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