De forma aumentar a credibilidade, estas publicações utilizam vídeos falsos ou 'links' para notícias clonadas, instituições e empresas confiáveis, bem como supostos 'sites' do governo
A Meta está a enfrentar uma pressão crescente na Europa devido à disseminação de fraudes nas suas plataformas, Facebook e Instagram, resultado do uso crescente de técnicas avançadas, como 'deepfakes', anúncios falsos e 'links' enganadores, segundo EDMO.
"Investimentos em criptomoedas, jogos de azar com retornos garantidos, empréstimos e cartões de crédito, mas também supostos produtos e dispositivos médicos que apresentam um sério risco para a saúde pública" são alguns dos golpes mais comuns nas redes sociais identificados pelo Observatório Europeu dos Media Digitais (EDMO). Ler mais

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