Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) revela que a que maioria dos diabéticos deposita agulhas e lancetas no lixo comum indiferenciado, uma prática “incorreta” que “representa um problema de saúde pública”.
“[Esta prática] representa um importante problema de saúde pública”, lê-se nas conclusões do trabalho de investigação “Material médico cortante em Portugal: um estudo transversal das práticas de eliminação entre a população diabética”, de acordo com uma síntese enviada à agência Lusa.
Os investigadores alertam que deitar este tipo de material no lixo doméstico é uma prática “incorreta e perigosa”.
Em causa estão materiais de risco biológico decorrentes da vigilância e terapêutica da diabetes, como agulhas e lancetas. Ler mais
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